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Vacina contra o medo e o Dia Mundial da Meningite

Eu não sou do tipo medrosa com médicos e afins, sabe? Se preciso tomar uma injeçao, colher sangue, fazer um exame ou até mesmo, uma cirurgia, vou lá, faço e pronto! Ok, vou confessar que o mesmo não vale para dentista! Hehehe

Seguindo este padrão, quando engravidei, eu não me assustei com a quantidade de exames novos e diferentes que precisei fazer, eu sempre tive uma convicção: tudo o que for para o bem da minha saúde, tô dentro!

Daí, o Pedro nasceu, e precisou ir para a UTI, foi a primeira vez que eu tive medo de médicos e hospitais. Talvez o medo não tenha sido do “médico e do hospital”, eu tive medo de ver o meu bebê ali, tão indefeso, tão pequeno, com tantas coisas em volta, com tanta parafernália barulhenta, recebendo tantas “picadinhas” por dia, eu tive medo, muito medo!

Mas o medo daqueles dias de UTI me fez descobrir exatamente qual o tipo de mãe que eu seria, ou que eu gostaria de ser. Eu seria uma mãe que não mediria esforços para garantir a boa saúde do meu filho, uma mãe que não permitiria que este medo privasse as alegrias de uma infância.

Viemos com ele pra casa e, logo na primeira consulta com o pediatra, já vieram todas as recomendações de cuidados e agendamento de vacinas. Eu me assustei de novo! Quantas vacinas aquele pequenino precisaria tomar! Mais picadas, de novo! :/

Respirei fundo e engoli o choro porque, eu entendi que as vacinas eram a única coisa que poderiam afastar de vez o meu medo! Eu sabia que precisava fazer isso pelo meu filho afinal, o que é uma picadinha diante de tantas doenças horríveis que estão a espreita por aí?

Uma destas doenças terríveis é a Meningite e especialmente hoje, no Dia Mundial da Meningite, eu queria dividir com vocês uma história de vida que mostra bem como esta doença pode ser devastadora (para evitar o reload, clique para assistir direto no YouTube):

Eu confesso pra vocês que, como mãe, não tem como assistir este video e não se emocionar! Tanto por me colocar no lugar desta outra mãe, como por me orgulhar de ver o filho dela superar tantos obstáculos!

Infelizmente, a história do Andrey não é uma raridade, todos os anos cerca de 1 milhão de pessoas são infectadas pela meningite em seus vários tipos. E o maior grupo de risco está justamente entre as crianças de 0 a 5 anos.

Com sintomas muito comuns a varios tipos de doenças (febre, dores de cabeça, musculares, etc) a meningite ataca rápida e certeira e, quando não descoberta e tratada a tempo, pode levar a pessoa infectada a morrer em cerca de 24h!

A melhor maneira de se proteger contra a meningite é se vacinando e por isso, eu vou aproveitar para compartilhar com vocês (de novo) o calendário de vacinação indicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A meningite assusta sim, mas no Brasil, já existem vacinas para prevenir os principais e mais perigosos tipos desta doença que “atacam” por aqui:

calendario vacinasfonte: Casa de Vacinas GSK

Para saber mais sobre onde encontrar todas as vacinas e entender como funciona cada uma delas, acesse o site: www.casadevacinasgsk.com.br

Aqui em casa, vacinar as crianças é o meu jeito de garantir que eu também “me vacine” contra o medo! E por isso, estou sempre atenta e lembrando todo mundo desta nossa maior e mais importante defesa!

2016 é o ano em que nosso país celebra a festa maxima dos esportes com os jogos olímpicos por aqui então, vamos atender ao chamado do Dia Mundial da Meningite, e agir!

Corre pegar a carteirinha das crianças e conferir se está tudo em dia, aproveita para colocar as suas vacinas em dia também afinal, toda mãe conhece bem os “ciclos de doenças familiares”, quando uma doença passa de um irmão para o outro, para a mãe, para o pai… Bora proteger a família inteira!

E que histórias como a do Andrey se tornem cada vez mais raras, que as nossas lágrimas com ele, e com todos os outros campeões sejam apenas de alegria e orgulho!

O medo, a gente vacina! ;)

#meufuturocampeao #juntoscontraameningite #vençaameningite

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