Categorias Saúde

Febre Amarela: tudo o que você precisa saber

Parece que a triste tradição do verão brasileiro é sofrer com o bendito do mosquito Aedes Aegypti e as novidades que ele sempre traz! Este ano ele não decepcionou, e o que tem deixado todo mundo de cabelo em pé é a Febre Amarela!

Quem tem crianças em casa, já fica naquela tensão! E por aqui não foi diferente…

Como vocês sabem (contei neste post AQUI), nós acabamos de nos mudar para uma nova casa, em uma área mais cheia de VERDE, NATUREZA, FLORESTA…

Aqui no nosso condomínio inclusive, tem uma área de preservação ambiental, onde é possível fazer trilhas e caminhadas na mata e avistar saguis e macacos bugios, coisa linda! Delícia de vida ao ar livre para as crianças, né?

Só que tá meio complicado!

Quando me dei conta da junção “mini floresta” + macacos + mosquitos me deu um mini pânico! Será que eu tô vivendo em uma área potencialmente perigosa?

Mas calma!

Antes de pirar, resolvi me informar sobre a doença, seus meios de transmissão e prevenção e também, sobre as áreas de risco e como fazer para se proteger. Estar informada é sempre a melhor maneira de proteger toda a família e por isso, decidi compartilhar com vocês um tira dúvidas elaborado pelo Hospital Santa Joana e respondido pela Dra. Rosana Richtmann, infectologista da instituição.

Olha só:

  • Como a doença é transmitida?

Muito comum na América do Sul e Central, além de alguns países da África, a Febre Amarela é uma arbovirose, ou seja, uma doença causada por um vírus da família Flaviviridae, a mesma da Dengue e do Zika e transmitido por meio da picada de mosquitos em áreas urbanas e silvestres.

A transmissão se dá exclusivamente pela picada dos mosquitos Haemagogus e Sabethes, no ciclo silvestre, e Aedes Aegypti, no meio urbano. Uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra.

  • Qual a melhor forma de prevenção?

A principal medida preventiva é a imunização por meio da vacinação, que é altamente eficaz.

  • Quais são os sintomas provocados pela Febre Amarela?

As manifestações mais leves da doença incluem febre alta de início súbito, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias.

Apesar de menos frequente, a forma mais grave da doença pode causar cansaço intenso, insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados) e hemorragias, podendo levar a morte.

  • Qual é o tratamento para a doença?

Ainda não existe um medicamento que atue diretamente no vírus, por isso, o paciente diagnosticado deve ser hospitalizado para tratar os sintomas com reposição de líquidos e monitoramento da atividade hepática e renal.

  • Quem deve tomar a vacina na cidade de São Paulo?

Nesse primeiro momento, a atenção está voltada  para a população da Zona Norte da cidade, onde há maior possibilidade de contato com os mosquitos que transmitem a doença. As ações de prevenção devem ser aumentadas progressivamente ao longo dos próximos meses.

  • Existe alguma restrição?

Por se tratar de uma vacina de vírus vivo atenuado, existe um risco de complicações em pacientes mais vulneráveis. Fazem parte deste grupo:

– Gestantes

– Mães que amamentam bebês com menos de 6 meses de idade (pois existe o risco de transmitir o vírus pelo leite)

– Bebês com menos de 9 meses

– Pessoas imunodeprimidas em razão de doença ou tratamento (quimioterapia, radioterapia, por exemplo)

– Alérgicos a proteína do ovo

  • De que forma as gestantes e demais pacientes vulneráveis podem se proteger?

Como primeira medida de segurança, esse grupo deve evitar as áreas de mata da cidade, especialmente a região do Horto Florestal. Caso isso não seja possível, existem algumas outras formas de se proteger:

  • Optar por roupas claras, pois cores vibrantes atraem o mosquito;
  • Usar manga comprida e calça comprida, cobrindo principalmente as pernas e os pés (pois os mosquitos costumam voar baixo)
  • Usa repelente diariamente – essa dica é especialmente importante para gestantes, para evitar outras doenças como Dengue e Zika;
  • No caso de bebês com menos de 2 meses, quando o uso do repelente não é indicado, a recomendação é usar um mosquiteiro em volta do berço e manter o ambiente fechado e fresco.

 

  • Que complicações a doença pode ocasionar durante a gravidez? E para o bebê?

Como a resposta imunológica da mulher é modificada durante a gestação, muitas doenças infecciosas acabam sendo mais graves para as gestantes. No caso da Febre Amarela, caso ocorra a manifestação grave da doença, os efeitos podem ser fatais, tanto para mãe quanto para o bebê.

Diferentemente de doenças como o Zika, não há nenhuma indicação científica que a febre amarela durante a gravidez cause sequelas ou problemas congênitos no bebê.

  • Quem já é vacinado precisa repetir a dose?

Não é necessário. Segundo orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS), no Brasil adotamos a dose única da vacina.

Para complementar as respostas da Dra. Rosana, outras respostas de dúvidas que têm surgido por aí:

  • Onde se vacinar?

Os postos de saúde públicos da cidade e do Estado oferecem a vacina gratuitamente. Quem preferir, pode optar pelas clínicas de vacinação particulares.

  • Existe diferença entre a vacina oferecida gratuitamente e a vacina da clínica particular?

A vacina oferecida nos postos de saúde são fabricadas pelo Instituto Butantã e não comercializadas para instituições privadas por isso, as clínicas particulares oferecem vacinas desenvolvidas por outros laboratórios (como o Sanofi, por exemplo, que fabrica na França). Ambas as vacinas têm a mesma eficácia e duração, 10 anos.

  • O que é a tal da vacina “fracionada”?

Por causa da alta procura pela vacina, o Ministério da Saúde decidiu fracionar a dose da vacina assim, a vacina que antes era suficiente para apenas 1 pessoa, agora servirá para 3 pessoas.

Este fracionamento não causa falta de eficácia na vacina, apenas diminui o tempo de imunização. Ao invés de ter validade de 10 anos, a fracionada terá validade de 8 anos.

Outro empecilho da vacina fracionada, é que ela não é válida para vistos de viagens internacionais de destinos onde ela é requerida (como Cuba, por exemplo). Porém, é bom lembrar que, as vacinas fracionadas serão aplicadas a partir de fevereiro/2018 quando entramos em campanha de imunização.

As vacinas que estão nos postos AGORA, são as de dose única e inteira!

  • Não estou encontrando a vacina, o que devo fazer?

Ligar para os postos de saúde e clínicas mais próximas para se informar sobre o recebimento de novas doses e manter aqueles cuidados básicos de verão: não deixar água parada e usar muito repelente!

Aqui em casa, apesar de nossa região não ser considerada “de risco”, já decidimos que vamos vacinar a família inteira! Como ainda não consegui encontrar a vacina disponível, combinei com as crianças que devem evitar entrar nas trilhas e áreas de mata fechada que tem por aqui e todos os dias antes de eles saírem para brincar, eu besunto a galera de protetor solar e repelente!

Aliás, é sempre bom lembrar que a ordem é esta mesmo: protetor solar primeiro, espera alguns minutos para ser absorvido pela pele e depois, aplicar o repelente em spray ou gel. No caso do repelente, eu sempre opto por aqueles a base de ICARIDINA, que é o único princípio ativo que afasta o Aedes Aegypti e prefiro produtos de longa duração, que aguentam o pique das crianças e não saem no primeiro suor ou passada de mão. Já existem no mercado produtos muito seguros e indicados para bebês a partir de 6 meses!

Mãe tem que estar sempre atenta, né? Mas nada de entrar na neurose e deixar a família toda doida também! Se informe, se proteja, use repelente, vacine-se e bora curtir este verão!

Bjs! ;)

Acabaram os passeios na mata por aqui! :(

 

Categorias Saúde

Tudo o que você precisa saber sobre Asma

Já falei algumas vezes por aqui que o Pedro tem asma, e diagnosticar a asma não é das coisas mais simples! Até a gente descobrir, foram noites e mais noites sem dormir, médicos e mais médicos me dizendo que era gripe, resfriado, alergia, rinite…

Para ajudar a desmistificar a asma, vou compartilhar com vocês uma entrevista com os médicos da Iniciativa Global Contra a Asma (GINA, no Brasil) com tudo o que você precisa saber sobre a asma!

asma infantil

O que é asma?

Asma é o nome científico para uma inflamação crônica das vias respiratórias. É uma doença que não tem cura pela sua origem alérgica e familiar; por isso, precisa ser acompanhada e tratada por toda a vida do paciente. Pode causar o estreitamento dos brônquios, provocando broncoespasmos e a obstrução do fluxo de ar. Em casos mais graves, pode haver o impedimento da passagem de ar pelo sistema respiratório.

Quais são os principais sintomas?
Os principais sintomas são a falta de ar, chiado no peito, aperto no peito, tosse seca e/ou persistente. Muitas vezes, pode ser confundida com gripes mal curadas ou bronquites simples. Uma das suas principais características é que os sintomas são recorrentes, ou seja, reaparecem conforme o asmático entra em contato com fatores agravantes.

O que causa a asma?
A doença não tem uma causa única. Mas pode ter origem alérgica (ácaro, perfume, mofo, poluição pode agravar os sintomas), familiar (as chances de alguém da mesma família ter a doença é maior). Estima-se que 80% dos casos são hereditários. “Há casos de asmáticos que nasceram com a doença, mas só descobrem na vida adulta”, afirma o pneumologista Rafael Stelmach.

Qual o cenário da asma no Brasil?
A falta de informações corretas e a conscientização por parte dos pacientes e dos próprios médicos estão entre as principais dificuldades para reduzir o número de mortes, hospitalizações e internações. Três pessoas morrem por dia no Brasil, é a quarta causa mais frequente de hospitalizações no SUS e a terceira quando se refere a crianças e jovens. Por isso, é fundamental divulgar informações corretas sobre a doença e os tratamentos disponíveis.

Quais são os tratamentos?
A asma é tratada de acordo com sua gravidade (intermitente e persistente) e controle (controlado ou não). Como é uma doença crônica, exige o uso contínuo de antiinflamatórios (classe dos corticóides), geralmente administrados em forma de bombinha, que servem para prevenir os sintomas e manter a qualidade de vida do paciente. Nos momentos de crise, no entanto, é preciso recorrer aos broncodilatores para dar um alívio respiratório, mas que não devem ser de uso contínuo, pois não combatem a inflamação. É fundamental não confundir o uso, pois os dois medicamentos são vendidos em forma de bombinhas. Adultos e crianças (acima e abaixo de 5 anos) têm doses diferentes de uso. Sempre consulte seu médico, pois o tratamento necessita de acompanhamento.

Qual a diferença entre asma e bronquite?
A bronquite é um termo genérico para a inflamação dos brônquios, que é o sistema de canais que levam o ar para o dentro do pulmão. Existem vários tipos de bronquite – e a asma é uma delas. Diferente dos outros tipos, a asma não tem cura, mas que se tratado corretamente faz com que o paciente tenha uma vida normal.

Qual a relação da asma e rinite?
Geralmente, a rinite (inflamação na mucosa do nariz) e a asma estão associadas. Cerca de 80% dos asmáticos têm rinite (causa, espirros, coceira no nariz, obstrução nasal e secreção). As duas doenças são inflamatórias e têm causas comuns. “Quem não tratar a rinite pode agravar a asma”, afirma o alergista Fábio Morato Castro, do Hospital das Clínicas.

Existe algum exame que faça um diagnóstico?
Um clínico geral pode diagnosticar a doença conforme os sintomas apresentados pelo paciente, basta lembrar da recorrência de sintomas e a predisposição alérgica. Sim, existe um exame específico chamado função pulmonar (espirometria), que mede a capacidade do sopro do paciente. O exame é importante para avaliar a gravidade da asma e seu tratamento.

Existe prevenção contra asma?
Para quem mora em grandes cidades é praticamente impossível ficar longe de poluição, ácaro, fumaça – e outros agentes alérgicos que provocam a crise de asma. Mas é importante manter a limpeza do ambiente doméstico, principalmente o quarto, para evitar acúmulo de poeira (ácaro). Outros cuidados são: não ter fumantes dentro de casa, evitar uso de produtos de limpeza com cheiros fortes, ambientes com umidade e animais, principalmente no quarto de dormir.

Asma tem cura?
Assim como diabetes, a asma não tem cura. O mais comum é o paciente ter a doença e não ter sido diagnosticado corretamente. Em casos mais severos, o asmático pode parar na UTI com quadros de insuficiência respiratória. Por isso, é importante fazer o diagnóstico quanto antes para realizar o tratamento adequado.

A asma pode matar?
Sim. Em casos graves e sem tratamento, o paciente pode ter uma inflamação aguda que leva ao fechamento total dos brônquios do pulmão. Três pessoas morrem por asma no Brasil todos os dias.

A Asma é uma doença séria, que não tem cura e mata 3 pessoas por dia no Brasil! Mas tem tratamento e controle! Se você desconfia da tosse persistente do seu pequeno, se desconfia de um chiado no peito, procure um especialista!
Um médico pneumologista ou alergologista é o mais indicado para diagnosticar e só ele poderá indicar o tratamento mais adequado para o seu pequeno.
No dia 21/06, dia em que inicia oficialmente o inverno por aqui e época do ano em que os casos de asma pioram, também é o Dia Nacional de Combate a Asma e o GINA criou uma campanha para alertar sobre a doença e oferecer informações para prevenção e tratamento.
Dá uma olhada no video aqui:
Para ter mais informações sobre a asma e ajudar a espalhar estas informações, conheça também a pagina oficial do GINA no Facebook clicando AQUI
Mães informadas são mães empoderadas, e mães empoderadas criam filhos mais saudáveis! Se informe, se empodere e ajude a empoderar outras mães também!
Categorias Saúde

Tosse infantil: dicas e cuidados

Chega esta época do ano e quem tem crianças pequenas em casa já sabe: lá vem os resfriados, as gripes, a coriza, a tosse…

tosse infantil

Aqui em casa, com o Pedro sofrendo de muitas alergias e com asma, eu virei quase uma especialista em tosse infantil!

Foram tantas noites sem dormir ao lado da cama dele, chorando pra ele parar de tossir, tantas idas e vindas em consultórios, exames, hospitais, laboratórios…

Hoje, com o Pedro aos 9 anos, as crises de asma dele já estão muito mais controladas! Passamos de muitas crises ao longo do ano para apenas 1, e olhe lá! E é sempre nesta época do ano!

Apesar de estar “calejada” neste assunto, toda vez que a crise vem e eu vejo meu pequeno-grande cabisbaixo e tossindo sem parar, meu coração aperta e dá uma angústia!!

Eu me lembro do tempo em que ele era mais novo e não conseguia me dizer o que sentia e ao mesmo tempo, eu não conseguia explicar pra ele porque ele sofria! A gente se sente tão pequena e impotente… O maior sufoco!

Foi pensando nisso que resolvi reunir aqui algumas dicas e cuidados que aprendi ao longo destes anos, olha só:

  • Cebola no quarto, sim ou não?

Há estudos que comprovam que a cebola tem o poder de capturar do ambiente micróbios e outras substâncias nocivas, o que pode ajudar a deixar o ambiente do quarto da criança com um ar mais puro (embora mais fedido!). Como mãe, nunca usei a cebola como tratamento da tosse, sabe? Sempre usei o truque como apoio para um tratamento orientado pelo médico!

  • Pomada no peito ou no pé, ajuda?

Todos os médicos que eu já consultei com o Pedro sempre disseram que NÃO! Além disso, as pomadas não são indicadas para menores de 4 anos, podem transformar uma tosse alérgica em tosse com secreção (o que significa maior irritação das vias aéreas) e causar alergias de pele. Eu nunca usei!

  • Inalação pra tudo?

Sim! Segundo os médicos do Pedro, a hidratação das narinas, mucosas e do corpo em si é sempre o melhor remédio para combater a tosse e outras condições clínicas então, faça inalação com soro, abuse do vapor do banho, ofereça muita água para a criança!

  • Umidificador no quarto, é super necessário?

Ajuda muito porém, é preciso lembrar que o umidificador não deve ficar ligado a noite inteira para não umedecer demais o quarto! O truque é ligar um pouco antes de a criança ir dormir para deixar o ambiente bem fresquinho para a hora do sono.

  • Quais xaropes oferecer? Mel, própolis, chá quente?

Os pediatras das crianças nunca receitaram xaropes “para tosse” porque sempre disseram muito claramente que não se deve tratar a tosse, já que ela é uma defesa natural do organismo. O melhor é identificar a causa da tosse e tratar a causa! O pediatra poderá receitar xaropes específicos para causas como alergias, inflamações, infecções…

  • Como saber se a tosse é alérgica? Como identificar o que causa a alergia?

A tosse alérgica costuma ser seca, ou seja, ela não vem acompanhada de muco ou catarro. Ela pode ser persistente e você vai perceber quando ela fica mais forte: de manhã quando a criança brinca em cima do tapete, de noite quando deita em seu travesseiro, quando sai na rua… Cada um destes momentos da tosse vão te ajudar a identificar os fatores que causam a alergia: os ácaros do tapete ou do travesseiro, a fumaça da rua, um produto de limpeza do banheiro, um ingrediente da hora do almoço… Se você quiser ter certeza da causa, pode realizar um exame laboratorial que testa muitos agentes causadores de alergias e depois, passar a evitá-los.

  • E se a tosse tiver muco e catarro?

Normalmente é sinal de infecção, pode ser uma gripe, um resfriado… A minha dica como mãe é, sempre que você estiver insegura, procure ajuda médica! Uma gripe simples com um catarro forte e que demora muito a passar pode ser uma pneumonia, uma tosse com febre pode ser uma bronquiolite ou seja, são tantas coisas que o melhor mesmo é ir ao médico. O de verdade, e não o Dr. Google, hein?

  • Como identificar a asma?

No caso do Pedro, descobrimos que ele é asmático com a ajuda de uma médica alergologista-pneumologista. Uma especialista em pulmões e alergias! Além de exames clínicos e histórico familiar, fizemos exames laboratoriais e de capacidade pulmonar e depois disso tudo, iniciamos um tratamento que durou 1 ano com medicamentos para fortalecer os pulmões dele. Passado o período de tratamento, ele passou a ter uma “bombinha” de resgate e os medicamentos de crise.

O Pedro foi diagnosticado aos 3 anos e meio e depois dos 5 anos, as crises diminuíram muito chegando ao quadro de hoje em dia (ele tem 9 anos) com apenas 1 crise por ano e olhe lá! A expectativa é que, na vida adulta, a condição asmática desapareça completamente sendo que, pode reaparecer quando ele for velhinho!

A asma não tem cura, tem tratamento! Mas nunca foi motivo para ele deixar de levar uma vida normal e fazer todas as atividades que qualquer outra criança faz! Inclusive atividades físicas e de maior esforço pulmonar como natação, corrida…

  • Toda tosse pode ser asma?

Não! A tosse pode ser causada por muitas coisas, inclusive refluxo gastro, sinusite….

  • E se o meu filho for diagnosticado com asma, como eu vou saber quando a tosse é da asma, quando é da gripe?

Na minha experiência, o tempo e a observação do meu filho me fizeram aprender a detectar! A tosse da crise asmática é bem seca mesmo, eu já sei como ele fica, como fica seu olhar… Assim como também reconheço a tosse com muco ou catarro e apenas sentindo o cheiro de longe já sei se é um resfriado simples ou uma gripe mais forte!

Calma! Você vai conseguir ajudar o seu filho quando ele precisar, pode ter certeza!

Além de todas estas dicas sobre a tosse e as doenças respiratórias desta época do ano, acho que é sempre bom lembrar que:

  • febre persistente por mais de 3 dias precisa ser acompanhada pelo médico!
  • febre maior do que 39 graus é motivo para correr no hospital, sim!
  • não medique o seu filho sem acompanhamento médico! O que funcionou para uma amiga pode dar muito errado com o seu pequeno!
  • Se há outros sintomas além da tosse, como febre, diarréia, dores, vômito e afins, vá ao médico!
  • Na dúvida, sempre vá ao médico! Sempre!

“O outono é sempre igual, as folhas caem no quintal…” e as mães sofrem pra burro! Mas acredita em mim, conforme eles crescem, vão ficando com suas defesas mais fortes e vai ficando mais fácil! Amém!

Neste link AQUI tem uma matéria super explicativa do Dr. Drauzio Varella sobre a tosse, suas causas e tratamentos. Vale a pena dar uma olhada!

Se você tiver qualquer outra dúvida sobre a asma, pode me perguntar que eu prometo que respondo rapidinho, ok?

Bjs! ;)

 

Categorias Saúde

Vermelhidão, bolinhas e coceira nas dobrinhas do bebê, o que pode ser?

derma3

De repente, aquele bebê rechonchudo, cheio de dobrinhas e sorrisos, aparece com o rostinho vermelho e irritado, depois surgem umas bolinhas nas dobrinhas do bebê e você logo pensa que pode ser o frio, ou o calor, passa um creminho qualquer e…nada!

Daí, as bolinhas aparecem na barriga, nas coxas, depois nas dobrinhas dos bracinhos e atrás dos joelhos e você fica pensando: o que pode ser isso? Alergia? Da fralda? Da roupinha que eu vesti nele? Do sabonete? Do shampoo?

Identificar os causadores de irritações na pele dos bebês e crianças, não é tarefa fácil e foi assim que eu me senti, quando aconteceu isso com o Pedro. Fiquei perdida!

Primeiro, achei que fosse frio, reforcei no hidratante e protetor solar, mas apareceram umas bolinhas, e eu pensei que a “culpa” fosse do hidratante! Quando chegou o verão, o sofrimento aumentou!

Com o suor nas dobrinhas do meu pequeno rechonchudo, as bolinhas e vermelhidão aumentaram, ele ficava irritado, se coçava e às vezes, acabava por se machucar de tanto coçar!

Já sem conseguir “dar um jeito” naquela coceira toda, levei o pequeno para uma avaliação com o pediatra e então, ele me contou o que é a dermatite atópica. Uma doença de pele que, não é contagiosa, mas não tem cura!

Cerca de 15% da população mundial sofre de dermatite atópica e muitas vezes, ela simplesmente não é diagnosticada ou, é confundida com alergias específicas de alguns produtos ou tecidos.

Para conseguir deixar o seu pequeno livre deste incômodo, é preciso entender o que é a dermatite, como ela é causada e especialmente, como evitar e controlar as crises.

Aqui em casa, somos campeões em lidar com esta “bendita” e por isso, vou compartilhar com vocês tudo o que aprendi na prática desta vida de mãe de alérgico!

1 – Como descobrir se é ou não é dermatite?

A primeira coisa a fazer é observar esta vermelhidão e estas bolinhas. A dermatite costuma “dar as caras” logo nos primeiros meses de vida do bebê e justamente por causa de suas peles super delicadas, confundimos a “danada” com alergia de tecidos, fraldas, cremes…

As bolinhas da dermatite aparecem primeiro no rosto do bebê, depois na barriga e nas coxas e então, nas dobras dos braços, atrás dos joelhos, pescoço, nuca…

A criança não fica com o corpo inteiro cheio de bolinhas, elas aparecem nestes lugares específicos, causam coceiras e irritação e mais nenhum outro sintoma associado como febre, diarréia, vomito, apatia, etc.

Para ter certeza que as bolinhas do seu bebê ou criança são dermatite, consulte o seu pediatra ou dermatologista.

2 – O que causa a dermatite?

Na verdade, não existe uma causa específica e nem se sabe ao certo como ela se originou. O que se sabe é que ela é uma doença hereditária , crônica e não contagiosa que pode aparecer ou piorar em crises causadas por condições emocionais e ambientais.

3 – Dá para evitar a dermatite?

Não tem como evitar! Se a mãe ou o pai da criança tiverem qualquer tipo de alergia ou doença respiratória, as chances da criança também ter aumentam em até 50%, por isso, a única coisa que se pode fazer é aprender a evitar e controlar as crises.

4 – E como tratar, controlar e evitar estas crises?

Alguns fatores são conhecidos como causadores de crises, são eles:

  • poeira e ácaros,
  • detergentes e produtos de limpeza;
  • lã e tecidos sintéticos;
  • temperaturas baixas e frio intenso;
  • altas temperaturas e suor;
  • pele seca;
  • alguns tipos de alimentos;
  • infecções e
  • estresse emocional.

Todo mundo que sofre com algum tipo de alergia, seja alimentar ou de tecidos, cheiros e afins sabe que, para descobrir quem é o causador das crises é preciso muita observação então, se você notar bolinhas no bebê ou criança, a primeira coisa a fazer é uma lista com os tecidos que ele teve contato, as comidas e bebidas que ingeriu e observar o lado emocional dele.

Somente com esta observação bem detalhada e a experimentação de possibilidades, é que será possível identificar e afastar estes causadores de crises do dia a dia do seu pequeno.

Além disso, você pode fazer como eu e tomar precauções simples no dia a dia de vocês:

  • evite produtos de limpeza com cheiros muito fortes no ambiente da criança, prefira os neutros;
  • retire pelúcias, tapetes, cortinas e outros acumuladores de poeiras;
  • mantenha a pele da criança sempre hidratada aplicando cremes e loções de alto poder de hidratação sempre após o banho;
  • prefira tecidos naturais e respiráveis que não causem muita transpiração ou atrito com a pele da criança;
  • tenha uma pomada ou creme de emergência para aplicação em casos de crise, que alivia a irritação causada pela coceira e ajuda a controlar a crise devolvendo a saúde da pele na região afetada. As pomadas imunomoduladoras são muito boas e tem menos efeitos colaterais. Converse com seu médico sobre a possibilidade de usar este medicamento, indicado para crianças e adultos.

Viver com alergias não é fácil, eu confesso! Mas pode ser amenizado com muita informação e o uso de produtos seguros e modernos, consulte sempre seu medico para conhecer estas opções.

E saiba também que, nem tudo é má notícia! Conforme as crianças crescem, as crises tendem a diminuir e apenas 40% dos pacientes adultos continuam a apresentar sintomas!

Hoje, Pedro aos 8 anos, já sabe exatamente quais tecidos, produtos e alimentos evitar e qual a sua pomadinha “do coração” para parar com aquela coceirinha!

Então, bem-vindo inverno e xô bolinhas! ;)

tag

 

 

 

 

Este conteúdo foi oferecido pela LEO Pharma. A LEO Pharma oferece soluções de saúde em mais de 100 países. Com objetivo de facilitar que as pessoas cuidem de suas condições de pele, a LEO Pharma tem dedicado décadas de pesquisa e desenvolvimento para fornecer produtos e soluções para tratamentos de doenças de pele.

Categorias Saúde

Vacina contra o medo e o Dia Mundial da Meningite

Eu não sou do tipo medrosa com médicos e afins, sabe? Se preciso tomar uma injeçao, colher sangue, fazer um exame ou até mesmo, uma cirurgia, vou lá, faço e pronto! Ok, vou confessar que o mesmo não vale para dentista! Hehehe

Seguindo este padrão, quando engravidei, eu não me assustei com a quantidade de exames novos e diferentes que precisei fazer, eu sempre tive uma convicção: tudo o que for para o bem da minha saúde, tô dentro!

Daí, o Pedro nasceu, e precisou ir para a UTI, foi a primeira vez que eu tive medo de médicos e hospitais. Talvez o medo não tenha sido do “médico e do hospital”, eu tive medo de ver o meu bebê ali, tão indefeso, tão pequeno, com tantas coisas em volta, com tanta parafernália barulhenta, recebendo tantas “picadinhas” por dia, eu tive medo, muito medo!

Mas o medo daqueles dias de UTI me fez descobrir exatamente qual o tipo de mãe que eu seria, ou que eu gostaria de ser. Eu seria uma mãe que não mediria esforços para garantir a boa saúde do meu filho, uma mãe que não permitiria que este medo privasse as alegrias de uma infância.

Viemos com ele pra casa e, logo na primeira consulta com o pediatra, já vieram todas as recomendações de cuidados e agendamento de vacinas. Eu me assustei de novo! Quantas vacinas aquele pequenino precisaria tomar! Mais picadas, de novo! :/

Respirei fundo e engoli o choro porque, eu entendi que as vacinas eram a única coisa que poderiam afastar de vez o meu medo! Eu sabia que precisava fazer isso pelo meu filho afinal, o que é uma picadinha diante de tantas doenças horríveis que estão a espreita por aí?

Uma destas doenças terríveis é a Meningite e especialmente hoje, no Dia Mundial da Meningite, eu queria dividir com vocês uma história de vida que mostra bem como esta doença pode ser devastadora (para evitar o reload, clique para assistir direto no YouTube):

Eu confesso pra vocês que, como mãe, não tem como assistir este video e não se emocionar! Tanto por me colocar no lugar desta outra mãe, como por me orgulhar de ver o filho dela superar tantos obstáculos!

Infelizmente, a história do Andrey não é uma raridade, todos os anos cerca de 1 milhão de pessoas são infectadas pela meningite em seus vários tipos. E o maior grupo de risco está justamente entre as crianças de 0 a 5 anos.

Com sintomas muito comuns a varios tipos de doenças (febre, dores de cabeça, musculares, etc) a meningite ataca rápida e certeira e, quando não descoberta e tratada a tempo, pode levar a pessoa infectada a morrer em cerca de 24h!

A melhor maneira de se proteger contra a meningite é se vacinando e por isso, eu vou aproveitar para compartilhar com vocês (de novo) o calendário de vacinação indicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A meningite assusta sim, mas no Brasil, já existem vacinas para prevenir os principais e mais perigosos tipos desta doença que “atacam” por aqui:

calendario vacinasfonte: Casa de Vacinas GSK

Para saber mais sobre onde encontrar todas as vacinas e entender como funciona cada uma delas, acesse o site: www.casadevacinasgsk.com.br

Aqui em casa, vacinar as crianças é o meu jeito de garantir que eu também “me vacine” contra o medo! E por isso, estou sempre atenta e lembrando todo mundo desta nossa maior e mais importante defesa!

2016 é o ano em que nosso país celebra a festa maxima dos esportes com os jogos olímpicos por aqui então, vamos atender ao chamado do Dia Mundial da Meningite, e agir!

Corre pegar a carteirinha das crianças e conferir se está tudo em dia, aproveita para colocar as suas vacinas em dia também afinal, toda mãe conhece bem os “ciclos de doenças familiares”, quando uma doença passa de um irmão para o outro, para a mãe, para o pai… Bora proteger a família inteira!

E que histórias como a do Andrey se tornem cada vez mais raras, que as nossas lágrimas com ele, e com todos os outros campeões sejam apenas de alegria e orgulho!

O medo, a gente vacina! ;)

#meufuturocampeao #juntoscontraameningite #vençaameningite

tag

Categorias Saúde

Concurso Meu Futuro Campeão

concurso gsk

Pedro e Cacá, meus campeões! <3

Eu não sei dizer se o que mais me emocionou nesta vida de mãe (até agora) foi ouvir as primeiras palavras de Pedro e Cacá ou vê-los dar os primeiros passos!

Quando se é mãe, cada pequena conquista dos nossos filhos é uma vitória imensa e aprendemos a ser felizes pelo sucesso deste outro, que é uma parte nossa, mas ao mesmo tempo, tão únicos e incríveis!

É um misto de sentimentos muito louco e é claro que, em tempos de “flashes” para todos os lados, a primeira coisa que toda mãe coruja faz é sair clicando! Cada sorriso, cada gracinha, cada passinho, cada olhar…

Estimular as crianças a darem passos cada vez maiores, a se desenvolverem, praticarem esportes e atividades físicas, também é uma preocupação de saúde, além de ser um orgulho!

Aqui em casa, Pedro e Cacá sempre foram muito livres e estimulados a praticarem o esporte que preferirem! Até agora, já rolou futebol, basquete, natação, ballet e esportes radicais como, skate e patins (ai meu coração! rs)!

E foi pensando nesta mistura de emoções, responsabilidade e saúde, que a embaixadora da causa contra a meningite no Brasil, a fotografa Simone Silvério, em parceria com a GSK e os nossos atletas paralímpicos, criaram uma ação mega legal: O Concurso “Meu Futuro Campeão”!

O concurso, que começa a valer às 0h do dia 21/03/16 e tem validade até as 23h59 do dia 24/04/16 tem a proposta de estimular muitos cliques do seu “futuro campeão” praticando esportes!!

Vai funcionar assim:

  • Faça uma foto do seu filho/a (de 0 a 11 anos) praticando algum esporte ou, com a temática (para o caso dos menorzinhos) e compartilhe no Instagram ou Twitter usando a hashtag #MeuFuturoCampeao
  • Todas as fotos compartilhadas com a # vão aparecer no site http://bit.ly/meufuturocampeao
  • As 2 fotos vencedoras ganharão um ensaio lindo com a Simone Silvério, no estúdio dela aqui em SP, (quem for de fora, ganha também passagem e hospedagem para vir até aqui) e um IPad
  • Os resultados serão divulgados no site http://bit.ly/meufuturocampeao no dia 02/05/16

A Simone Silvério e o pessoal da GSK serão a comissão julgadora das fotos do concurso, vai ser demais ver as fotinhos dos seus campeões, participem muitoooooo! Pode marcar quantas fotos quiser!! Hehehe

Para maiores informações e ver o regulamento completo, acesse o site www.casadevacinasgsk.com.br/meufuturocampeao

E aí, bora participar? O difícil vai ser controlar o dedo com a quantidade de cliques lindos que nós, mães corujas, tiramos dos pequenos todos os dias, né? Hihihi

Bjs ;)


 

Concurso Meu Futuro Campeão. Concurso Meu Futuro Campeão. Participação válida da 0h do dia 21/03/16 até as 23h59min do dia 24/04/16 (horário oficial de Brasília), mediante a publicação no Instagram ou Twitter de uma fotografia de uma criança – com até 11 anos de idade – que retrate a temática “prática de esportes” utilizando a #MeuFuturoCampeão.

Para maiores informações, consulte o Regulamento no site casadevacinasgsk.com.br/meufuturocampeao.

CERTIFICADO DE AUTORIZAÇÃO CAIXA NO 3-0348/2016.


tag

Categorias Saúde

Super poderes de mães

Ainda me lembro nitidamente da primeira vez que senti na pele a dor de ver um filho doente. O Pedro tinha cerca de 5 meses quando, de repente, apareceu uma febre daquelas altas!

Eu nem sabia direito o que era uma febre, não tinha a menor ideia de quando e quanto uma febre poderia ser perigosa ou indicar alguma coisa mais séria. Só sabia que, naquele momento, tudo o que eu queria era ter o super poder de tirar dele qualquer dor, doença ou mal estar, de fazer sumir com um beijo ou um sopro, de fazer ele ficar bem…

Mas a gente sabe que isso não existe, né?

Os super poderes de mães são, infelizmente, limitados – apesar de extraordinários. E toda mãe sabe que nossa melhor defesa é a informação e a prevenção!

Foi pensando nisso tudo que aceitei o convite da GSK para participar de um evento muito importante, que aconteceu aqui em São Paulo. O lançamento da campanha “Meu futuro campeão” é uma ação que convida mães, pais e sociedade para conversar sobre a meningite, uma doença séria, que pode matar ou causar sequelas irreversíveis, mas que tem como prevenir!

Para dar início à ação, conheci a história de cinco dos nossos campeões paralímpicos, todos acometidos pela doença ainda na infância e, hoje, guerreiros inspiradores de superação e força!

Paraolimpíadas 2016

Blogueiras e atletas paralímpicos, porta-vozes da causa!

Para explicar o que é a meningite, qual a sua gravidade e como prevenir, também esteve no evento a Dra. Isabela Ballalai, que é presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações – SBIM, e fez uma apresentação alarmante dos dados da doença no Brasil e no mundo.

A doença meningocócica é causada por uma bactéria, a N. meningitidis ou meningococo, e a primeira coisa muito importante a saber sobre ela é que existem 5 sorogrupos importantes no Brasil: s os A, B, C, W e Y e todos eles podem ainda ser classificados em sorosubtipos. Ou seja, o “inimigo” é quadrilha organizada!!

De rápida evolução, a doença meningocócia é difícil de diagnosticar e, sem o tratamento adequado, pode levar o paciente à morte em até 48h!
Os principais sintomas da doença são:

– febre alta
– dores de cabeça
– manchas vermelhas pelo corpo
– rigidez de nuca
– apatia

Com sintomas tão comuns à vários tipos de doenças e viroses, o diagnóstico torna-se difícil e a demora dele é uma das causas da letalidade da doença. Em menores de 12 meses, que são o grupo mais vulnerável, ainda há o agravante de que não dá para checar a rigidez da nuca!

Aqueles pacientes que conseguem sobreviver à doença, podem sofrer sequelas como: amputação de membros, cegueira, surdez, danos cerebrais e dificuldades de aprendizagem.

Eu não sei vocês, mas eu, como mãe, quando escuto tudo isso, penso em 2 coisas primordiais: 1 – como esta doença é transmitida? e 2 – como faz para se prevenir?

A Dra. Isabela explicou que, a doença meningocócica é transmitida por meio da saliva, tosse e espirro e, o mais alarmante, na minha opinião, é que os transmissores da doença podem ser pessoas que possuem a bactéria dentro de si e não adoecem. Assim, não sabem que a possuem e apenas a transmitem!

Além dos bebês, crianças até 4 anos, adolescentes e adultos jovens (de 9 a 25 anos) também são grupos de risco, tanto como vítimas quanto como potenciais transmissores da doença.

No Brasil, tivemos casos recentes de surtos da doença. Quem se lembra da corrida às clínicas e postos de saúde atrás da nova vacina de meningite, que aconteceu há poucos meses?

Pois é, a melhor maneira de prevenir a meningite é mantendo hábitos de higiene como lavar sempre as mãos, não compartilhar objetos pessoais como talheres, garrafas etc, e se vacinando!

Hoje em dia, já estão disponíveis no Brasil as vacinas dos sorogupos ABCWY , inclusive, a vacina contra a meningite B e seus mais de 1000 sorosubtipos, que é o tipo de meningite que mais faz adoecer crianças e jovens em todo o mundo!

Confesso que saí do evento pensando em checar as carteirinhas de vacinação das crianças e correr para o laboratório mais próximo! Apesar de Pedro e Cacá já estarem grandinhos (ele 8 anos e ela, 6 anos) e com suas carteirinhas em dia, também aprendi com a Dra. Isabella, que as vacinas precisam de reforços, mesmo nos mais velhos!

Outro dado que me chamou muita atenção neste dia é que, a meningite, por estar presente em todo o mundo, acomete muitos viajantes desavisados e desprevenidos! Nós somos uma família viajante, vocês sabem, e este alerta me fez ter a certeza de que, papai e mamãe, também precisam ser vacinados, afinal, todos nós estamos suscetíveis à doença, dentro ou fora do país!

E como é uma causa de importância mundial, ela conta com a fotógrafa Anne Geddes (aquela das fotos newborn mais lindas do mundo!) como embaixadora global.

A Anne, que também esteve no evento, nos apresentou os ensaios que fez com crianças e jovens de todo o mundo, sobreviventes da doença, para chamar atenção para a importância da prevenção.

Como ela mesma disse “as fotos não têm a intenção de chocar, elas têm a intenção de mostrar a superação, destas crianças e de suas famílias e também, têm a intenção de dizer ao mundo que nenhuma outra criança precisa passar por isso!”

Anne geddes

A fotógrafa Anne Geddes, embaixadora global da causa!

Anne geddes

Amber, precisou amputar partes dos 4 membros…

image

As irmãs Sophie e Ellie, uma cuida da outra com tanto amor! Foi a imagem que mais me emocionou!

image

Harvey, precisou amputar partes dos membros inferiores…

image

Julio, nosso representante brasileiro na galeria emocionante da Anne! Segundo ela, quando perguntou a ele como gostaria de ser retratado, ele disse que queria ser O Pensador!

image

Bernadette, uma princesa que precisou amputar partes dos membros inferiores…

Eu estou muito feliz e honrada de poder fazer parte desta causa, de ser uma das porta vozes e poder transmitir para todas vocês tudo o que eu for aprendendo sobre esta doença e como preveni-la.

Como eu disse lá em cima, seria muito bom se os nossos super poderes de mães incluíssem habilidades de cura mas, já que estes opcionais não vieram no pacote “maternidade,” o maior super poder que podemos usar para proteger os nossos filhos é a informação e a prevenção.

E aí, super mães, ativar? Bora proteger os nossos “futuros campeões”? #vençaameningite

Para saber mais sobre a meningite, acesse o site Casa de Vacinas da GSK

Bjs ;)

tag

 

Categorias Saúde

É gripe ou é dengue?

 

Em tempos de epidemia de Dengue e as outras doenças que o mosquito inimigo trouxe com ele, não é difícil se desesperar diante de um quadro que inclua: febre, dores nas articulações, dores de cabeça…

Foi o que aconteceu comigo na semana passada! Pedro estava ótimo quando de repente, amuou em um canto, ficou irritado, olhos inchados… Fui checar e senti ele super quente, coloquei o termômetro e, batata! Febrão de quase 39!!! /0\

Ele também começou a se queixar muito de dores nas articulações dos braços, joelhos, fundo dos olhos, dor de cabeça… A primeira coisa que pensei foi: Meu Deus, será que é Dengue?

Sim porque, por mais que eu tome todo cuidado aqui em casa, que tenha repelente elétrico em todas as tomadas e mande eles pra escola com repelente no corpo todo, a verdade é que, o maldito do mosquito voa, né? Portanto, pode estar em qualquer lugar!

Tentei controlar a febre e a dor com antitérmico recomendado pelo pediatra, dei banho mas, não adiantava, a febre não cedia! Quando bateu 12h de febre alta sem conseguir controlar, corri pro PS com ele, rezando forte pra quem não fosse febre, zika ou chikunguya.

Lá no PS, o pediatra de plantão o avaliou, contei o que estávamos fazendo pra amenizar as dores e controlar a febre e ele disse que estávamos agindo certinho, como não havia outros sintomas associados, o pediatra descartou dengue e outras doenças mais sérias e então, eu questionei: como podemos saber quando é dengue e quando não é, já que os sintomas são tão parecidos, inicialmente?

O pediatra me explicou que, somente um médico pode descartar doenças mais sérias, através de avaliação clínica e exames laboratoriais mas, em casa, você pode estar atenta aos seguintes sinais:

  • Há manchas vermelhas pelo corpo da criança?
  • As secreções nasais apresentam pontos vermelhos, de sangue?
  • Há qualquer tipo de sangramento ou outros sintomas como diarreia, vômito, desmaios?

É sempre bom lembrar que, não é só a dengue que apresenta sintomas iniciais parecidos com gripes e resfriados, doenças mais sérias, como a meningite, por exemplo, também podem começar assim e a meningite pode matar em 24h ou deixar sequelas irreversíveis! É de deixar qualquer mãe de cabelo em pé, né?

Felizmente, Pedroca estava apenas com uma gripe bem forte (que acabou passando pra família inteira) e nestes anos de maternidade, tenho adotado as seguintes medidas em casos de pequenos doentinhos por aqui:

  • ao perceber a febre, pergunto se eles estão sentindo qualquer outra coisa;
  • observo se há outros sintomas associados, checo a pele em busca de manchas avermelhadas, verifico rigidez de nuca, observo se há diarreia ou sangramentos, e também olho o aspecto do catarro (se está claro, muito amarelo, se tem presença de sangue etc);
  • observo o estado geral deles, se estão caidinhos, com reações atípicas etc;
  • controlo a febre e dores com o antitérmico e analgésico recomendados pelo nosso pediatra;
  • anoto tudo: a primeira febre, a hora, o remédio, a quantidade etc. para mostrar para o médico;
  • Se a febre não cede em no máximo 12h, vou para o PS!

Somente nós, como mães, podemos dizer se nossos filhos estão com comportamento atípico ou não, e se o seu coração de mãe está preocupado, não espere! Procure logo o seu pediatra ou vá para o PS!

Crianças menores de 5 anos, são as mais vulneráveis a complicações decorrentes de doenças respiratórias e por isso, se você tem um bebê com febrão e outros sintomas, não espere mesmo! Depois de passar por alguns sufocos com os meus pequenos, posso dizer pra voces com muita certeza, é melhor ir pro hospital “a toa” do que esperar em casa!

Agora estamos todos nos recuperando por aqui, a gripe passou de um pra outro e eu espero que vá embora de uma vez mas, nesta época do ano, ninguém está imune, né?

Por isso, bom mesmo é manter aqueles velhos e bons hábitos de higiene e saúde:

  • lavar sempre as mãos ao chegar da rua, antes de comer ou preparar alimentos;
  • beber bastante água;
  • manter o ar em circulação dentro de casa;
  • nao compartilhar objetos pessoais, mesmo entre os irmãos e a família (é difícil, eu sei!) e
  • ingerir muita vitamina C in natura! Laranja, limão, morango, kiwi, algumas verduras escuras como espinafre, brócolis, couve, rúcula e também, bastante tomate!

Que o bichinho da gripe vá embora logo daqui, e nem passe perto por aí! Oremos!!! /\

bjs ;)

Categorias Saúde

Por que os olhos do bebê mudam de cor?

 

 

Durante a gravidez, todas nós passamos horas da nossa “doce espera” (de 8 meses e 1 século, hehehe!), imaginando como será o rostinho do bebê. Super normal nos pegarmos tentando decifrar do ultrassom o tipo de boca, nariz, olhos, se “puxou” alguma característica da mãe ou se tem mais coisas do pai…

Uma das coisas que é sempre uma surpresa, é a cor dos olhos do bebê! Comigo aconteceu assim: Pedro nasceu com os olhos de um cinza bem escuro e depois, foram ficando castanhos e até ele completar 6 meses, os olhos dele já eram exatamente da mesma cor dos meus: castanho escuro!

A Cacá nasceu com os olhos bem azuis, um azul escuro e depois, os olhos foram esverdeando, ficaram cor de mel e hoje, são da mesma cor dos olhos do pai, um castanho claro. Mas por que será que os olhos do bebê mudam de cor?

Segundo a oftalmologista Daena Leal, do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE), isto acontece porque, a íris (que é a parte que tem cor, nos olhos) vai aumentando a sua pigmentação com o passar das semanas após o nascimento do bebê.

Na íris é que está a célula melanócita, responsável pela produção de melanina, que é quem também determina a cor da nossa pele e cabelo. Segundo a médica, “ás vezes, realmente temos a impressão do olhinho ser claro. Porém, quando vamos examinar e aproximamos a luz, percebemos a cor real.”

A melanina depende da incidência de luz então, a exposição ao sol, que os olhinhos do bebê receberem, pode influenciar na cor que eles terão. Estas mudanças costumam ocorrer até os 6 meses de vida e depois, não mudam mais.

Além da melanina, a genética também é outro fator decisivo na hora da “mãe natureza” escolher a cor dos olhos do bebê. Uma boa pista para saber como serão os olhinhos do pequeno, é observar a cor dos olhos dos pais.

Os olhos castanhos são, cientificamente, caracterizados como tendência “dominante” e por isso, muitos casais em que apenas 1 deles tem os olhos claros, acabam por ter filhos com olhos escuros ou, acontece uma mescla, filhos com olhos claros e filhos com olhos escuros. Tudo depende da maravilhosa e criativa fábrica do DNA, quando está “montando” este novo ser humano!

A minha amiga linda Marina, do blog Petit Ninos, tem esta experiência em casa! Ela, com os olhos castanhos e o marido, de olhos azuis, têm 3 filhos: Bárbara, Théo e Amelie. A Babi nasceu com os olhos azuis, Théo também e então, quando Marina esperava Amelie, era quase uma certeza que a caçula também teria os olhos azuis mas, a surpresa foi que Amelie, veio com os olhos castanhos!

blog petitninos

Théo, e seus olhos azuis e Baby Mel, com olhos de jabuticaba! <3

No caso da minha outra amiga linda Renata, do blog Formães, foi tudo ao contrário. A Rê tem os olhos cor de mel, quase esverdeados e o marido, tem os olhos castanhos, o primeiro filho, Miguel, tem os olhos castanhos iguais aos do pai e então, enquanto a Rê esperava o Murilo, tinha certeza que ele também teria os olhos do pai mas, a surpresa foi que ele chegou com os olhos azuis céu, diferente de toda a família!

blog formaes

Miguel e Murilo <3

Estes resultados dependem de cruzamentos genéticos da herança de características que estão dentro de cada um de nós. Como nunca saberemos exatamente qual é a nossa “fórmula” humana, a cor dor olhos dos bebês serão sempre uma surpresa!

Nesta tabela abaixo, algumas possibilidades de cruzamentos levando em conta fatores de características “dominantes” e recessivas:

cor dos olhos do bebe

Aqui em casa, a tabela funcionou certinho por enquanto, mas se eu tenho avós por parte de pai com olhos bem azuis, e o marido tem os pais com os olhos claros, será que meu próximo bebê teria olhos claros? Nunca saberemos os mistérios da “fábrica humana” mas, seja qual for a cor dos olhos do seu bebê, o importante é estar sempre atento à saúde oftalmológica de nossos pequenos!

Bebês precisam passar por consultas completas a cada 6 meses até os 2 anos de vida e, depois disso, pelo menos uma vez por ano. Também é importante proteger os olhinhos dos pequenos com óculos escuros que tenham lentes com fotoproteção, ensiná-los a não forçar os olhos contra a luz (solar ou artificial) e ter bons hábitos de higiene como, não esfregar os olhos com as mãos sujas, limpar com soro fisiológico e algodão limpo, as “remelas” da manhã e lavar com água corrente e limpa toda vez que, por descuido, escorrer ou espirrar algum tipo de produto, como shampoos, condicionadores, produtos de cabelo etc.

A cor mais linda dos olhos dos nossos pequenos é com certeza, o brilho do amor, da magia e da infância, concordam?

bjs ;)

 

Categorias Saúde

As 5 leis de Murphy da diarreia

Diarreia, caganera, cocô… Antes de ser mãe, a menção destas palavras podia te fazer torcer o nariz e soltar um ecaa!! mas, depois da maternidade, falar sobre coco, vomitos e outras coisitas, vai ser tão natural, que a gente já quase nem se importa!

A gente troca tanta fralda, mas tanta fralda, que o cocô e todos os óvnis que aparecem nelas, de vez em quando, vão se tornando familiares, a gente reconhece cada um deles, se torna CSI de fralda de filho e tudo vai muito bem, até que, a “kiridinha” da diarreia resolve aparecer, e jogar na sua cara as 5 Leis de Murphy da Diarreia:

1 – O piriri sempre, sempre, sempre acontece quando você está na rua com a criança, sem fraldas ou roupas extras!!

princesa disney

SOCORRRR….

2 – Sabe aquele macacão lindoooo e caroooo que você encomendou dos “estéites”e demorou 3 meses para chegar? Então, vai ser você vestir no bebê e… tcharam!! Olha a manchinha marrom atrás!!! #fail

the simpsons

Este mundo me assusta!!

3 – Não adianta o quanto você tenha organizado o trocador, preparado a água do banho, esterilizado todos os materiais ou colocado uma música zen pra este momento ser perfeito e tranquilo, vai ser você abrir a fralda, tirar debaixo da criança, pra vir o piriri! Daí, no desespero, você vai colocar ele na água e…. ele vai fazer coco na água também!

o rei leao

POR QUEEEEEE….

4 – Você vive tomando todo cuidado do mundo com frutinhas e verdurinhas que o bebê está começando a comer, um dia, ele vai cismar com uma uvinha do sacolão, vai chorar, insistir até que, você vai querer ser a mãe “DESENCANADA DE BOAS” e vai oferecer, bradando a legítima frase: o que não mata, engorda! Passa a uvinha na camiseta pra “limpar” e deixa o bebê mandar pra dentro, pois é, dia seguinte, tá lá o piriri, só pra te fazer sentir culpada até a morte!

the simpsons

5 – Daí, você resolve ir passear num dia lindo de sol, só você e o bebê, naquele parque, que você sabe que não tem banheiro decente e nem trocador mas, tem uma area verde tão linda, se precisar, você troca a fralda no carro, sem estresse! Então, este vai ser o dia em que VOCÊ vai ter o piriri, e não vai ter banheiro pra correr, nem ninguém pra olhar o bebê enquanto você procura um matinho e o jeito, vai ser entrar no carro, rezar para a Nossa Senhora do Transito Bom e emendar na novena pra Nossa Senhora do Aguenta até em casa! #quemnunca?

disney princess

Vou ali falecer e já volto…

Pois é, as Leis de Murphy da Diarreia são cruéis e apesar de a gente fazer piada, a diarreia é um assunto muito sério!

Ela não escolhe hora, lugar, classe social, religião, cor ou idade e, para os bebês e crianças menores de 5 anos, ela é a segunda maior causa de óbito infantil, no mundo!

No verão, época em que esta “kiridinha” costuma acontecer com maior frequência, é preciso redobrar os cuidados com a higiene pessoal e dos alimentos.

A diarreia é uma reação do nosso corpo à lesão na mucosa intestinal causada por bactérias, protozoários ou vírus, estes “inimigos invisíveis” podem estar em frutas e verduras mal lavadas, alimentos mal conservados, em banheiros não higienizados, em corrimãos de escadarias públicas ou até mesmo, no ar!

Para manter ela bem longe das crianças, nesta época do ano, preste atenção nestas dicas:

  • Lave muito bem frutas, verduras e legumes;
  • Mantenha os alimentos bem conservados, em baixas temperaturas;
  • Lave sempre as mãos antes de comer;
  • Tente evitar que as crianças levem à boca brinquedos, objetos, mãos e pés não higienizados!
  • Sempre lave as mãos antes de fazer a higienização do bebê, preparar alimentos e quando voltar da rua;
  • Se você estiver com diarreia, ou o seu bebê estiver, lave bem as mãos após as trocas ou uso do banheiro e não esqueça de higienizar o trocador ou a privada, ter um vidrinho de alcool em gel no banheiro pode facilitar!

E se você perceber que o piriri apareceu por aí, em você ou nas crianças, é bom saber que:

  • A diarreia pode durar de 1 a 14 dias, para saber se um “desarranjo” estomacal pode ser configurado como diarreia, observe se ela acontece de 3 a 4 vezes dentro de 24h.
  • A diarreia ocasiona a perda de líquidos e por isso, é importante repor e manter a hidratação em dia. Para os bebês, isso significa manter a amamentação normalmente, se você amamenta com exclusividade, não há necessidade de oferecer água para o bebê e para aqueles que já comem outras coisas, água e suquinhos são uma boa.
  • Aquela história de antigamente que dizia que, durante a diarreia você deve fazer uma dieta apenas de líquidos, não é verdade! Você pode manter a sua alimentação, e a das crianças, como habitual, desde que seja saudável!
  • Evite medicamentos que “prendem” a diarreia! É importante que ela possa “sair” e assim, as bactérias, protozoários ou vírus causadores dela, não se espalhem pelo seu corpo!
  • Para ajudar a recuperar a mucosa estomacal e diminuir o desconforto da diarreia, ingerir Zinco é muito importante. Você pode fazer isso através de alimentos como: peixes, ostras e legumes de cor verde porém, em casos de “crise”, é bom saber que já está disponível no mercado medicamentos como o BioZinc, do laboratório Aché, que tem uma quantidade concentrada de Zinco e age mais rapidamente na recupeação da mucosa estomacal. Este tratamento, recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde), pode ser oferecido para crianças, grávidas e mulheres que amamentam. Lembre-se de consultar um médico para entender direito como funciona!

O maior perigo da diarreia é quando ela causa a desidratação, muitas vezes, por conta do desconforto da diarreia, as crianças ficam amuadas e deixam de se alimentar direito, além disso, muitas passam a vomitar e a combinação vômito + diarreia configura um quadro preocupante de perda de líquidos!

Para descobrir se o seu bebê ou criança está desidratado, esteja atenta à estes sinais:

Bebês:

  • Choro sem lágrimas;
  • Boca seca;
  • Fralda sem xixi;
  • Moleira funda;
  • Pele ressecada e com vinco;
  • Olhos fundos.

Crianças:

  • Choro sem lágrimas;
  • Ausência de xixi;
  • Olhos fundos;
  • Boca seca;
  • Pele ressecada e com vinco;
  • Falta de rubor.

Um teste caseiro, chamado de teste periférico, também pode ajudar a descobrir se a criança está desidratada: feche a mão da criança e segure por 15 segundos, abra e espere o rubor (vermelhinho) voltar, isso deve acontecer em menos de 10 segundos, se demorar mais do que isso, a criança pode estar desidratada.

Além destes sinais, se você estiver com dificuldade para fazer a criança ingerir líquidos e a diarreia está persistente há mais de 3 dias, é hora de correr para o medico!

Sem a desidratação, a diarreia é uma coisa que, infelizmente, acomete a todos nós e, cuidando direitinho, com reposição de líquidos, Zinco e alimentação saudável, ela vai passar e deixar apenas, histórias tragicômicas que fazem parte da vida de mãe! ;)

#SerMãeNãoéBrincadeira #UnidosContraaDiarreiaInfantil

PS: informações e consultoria, Dra. Ana Escobar (pediatra) em palestra, 21/maio/15.  

BioZinc é um medicamento. Leia a bula. Consulte sempre o seu medico.

tag