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Tudo o que você precisa saber sobre Asma

Já falei algumas vezes por aqui que o Pedro tem asma, e diagnosticar a asma não é das coisas mais simples! Até a gente descobrir, foram noites e mais noites sem dormir, médicos e mais médicos me dizendo que era gripe, resfriado, alergia, rinite…

Para ajudar a desmistificar a asma, vou compartilhar com vocês uma entrevista com os médicos da Iniciativa Global Contra a Asma (GINA, no Brasil) com tudo o que você precisa saber sobre a asma!

asma infantil

O que é asma?

Asma é o nome científico para uma inflamação crônica das vias respiratórias. É uma doença que não tem cura pela sua origem alérgica e familiar; por isso, precisa ser acompanhada e tratada por toda a vida do paciente. Pode causar o estreitamento dos brônquios, provocando broncoespasmos e a obstrução do fluxo de ar. Em casos mais graves, pode haver o impedimento da passagem de ar pelo sistema respiratório.

Quais são os principais sintomas?
Os principais sintomas são a falta de ar, chiado no peito, aperto no peito, tosse seca e/ou persistente. Muitas vezes, pode ser confundida com gripes mal curadas ou bronquites simples. Uma das suas principais características é que os sintomas são recorrentes, ou seja, reaparecem conforme o asmático entra em contato com fatores agravantes.

O que causa a asma?
A doença não tem uma causa única. Mas pode ter origem alérgica (ácaro, perfume, mofo, poluição pode agravar os sintomas), familiar (as chances de alguém da mesma família ter a doença é maior). Estima-se que 80% dos casos são hereditários. “Há casos de asmáticos que nasceram com a doença, mas só descobrem na vida adulta”, afirma o pneumologista Rafael Stelmach.

Qual o cenário da asma no Brasil?
A falta de informações corretas e a conscientização por parte dos pacientes e dos próprios médicos estão entre as principais dificuldades para reduzir o número de mortes, hospitalizações e internações. Três pessoas morrem por dia no Brasil, é a quarta causa mais frequente de hospitalizações no SUS e a terceira quando se refere a crianças e jovens. Por isso, é fundamental divulgar informações corretas sobre a doença e os tratamentos disponíveis.

Quais são os tratamentos?
A asma é tratada de acordo com sua gravidade (intermitente e persistente) e controle (controlado ou não). Como é uma doença crônica, exige o uso contínuo de antiinflamatórios (classe dos corticóides), geralmente administrados em forma de bombinha, que servem para prevenir os sintomas e manter a qualidade de vida do paciente. Nos momentos de crise, no entanto, é preciso recorrer aos broncodilatores para dar um alívio respiratório, mas que não devem ser de uso contínuo, pois não combatem a inflamação. É fundamental não confundir o uso, pois os dois medicamentos são vendidos em forma de bombinhas. Adultos e crianças (acima e abaixo de 5 anos) têm doses diferentes de uso. Sempre consulte seu médico, pois o tratamento necessita de acompanhamento.

Qual a diferença entre asma e bronquite?
A bronquite é um termo genérico para a inflamação dos brônquios, que é o sistema de canais que levam o ar para o dentro do pulmão. Existem vários tipos de bronquite – e a asma é uma delas. Diferente dos outros tipos, a asma não tem cura, mas que se tratado corretamente faz com que o paciente tenha uma vida normal.

Qual a relação da asma e rinite?
Geralmente, a rinite (inflamação na mucosa do nariz) e a asma estão associadas. Cerca de 80% dos asmáticos têm rinite (causa, espirros, coceira no nariz, obstrução nasal e secreção). As duas doenças são inflamatórias e têm causas comuns. “Quem não tratar a rinite pode agravar a asma”, afirma o alergista Fábio Morato Castro, do Hospital das Clínicas.

Existe algum exame que faça um diagnóstico?
Um clínico geral pode diagnosticar a doença conforme os sintomas apresentados pelo paciente, basta lembrar da recorrência de sintomas e a predisposição alérgica. Sim, existe um exame específico chamado função pulmonar (espirometria), que mede a capacidade do sopro do paciente. O exame é importante para avaliar a gravidade da asma e seu tratamento.

Existe prevenção contra asma?
Para quem mora em grandes cidades é praticamente impossível ficar longe de poluição, ácaro, fumaça – e outros agentes alérgicos que provocam a crise de asma. Mas é importante manter a limpeza do ambiente doméstico, principalmente o quarto, para evitar acúmulo de poeira (ácaro). Outros cuidados são: não ter fumantes dentro de casa, evitar uso de produtos de limpeza com cheiros fortes, ambientes com umidade e animais, principalmente no quarto de dormir.

Asma tem cura?
Assim como diabetes, a asma não tem cura. O mais comum é o paciente ter a doença e não ter sido diagnosticado corretamente. Em casos mais severos, o asmático pode parar na UTI com quadros de insuficiência respiratória. Por isso, é importante fazer o diagnóstico quanto antes para realizar o tratamento adequado.

A asma pode matar?
Sim. Em casos graves e sem tratamento, o paciente pode ter uma inflamação aguda que leva ao fechamento total dos brônquios do pulmão. Três pessoas morrem por asma no Brasil todos os dias.

A Asma é uma doença séria, que não tem cura e mata 3 pessoas por dia no Brasil! Mas tem tratamento e controle! Se você desconfia da tosse persistente do seu pequeno, se desconfia de um chiado no peito, procure um especialista!
Um médico pneumologista ou alergologista é o mais indicado para diagnosticar e só ele poderá indicar o tratamento mais adequado para o seu pequeno.
No dia 21/06, dia em que inicia oficialmente o inverno por aqui e época do ano em que os casos de asma pioram, também é o Dia Nacional de Combate a Asma e o GINA criou uma campanha para alertar sobre a doença e oferecer informações para prevenção e tratamento.
Dá uma olhada no video aqui:
Para ter mais informações sobre a asma e ajudar a espalhar estas informações, conheça também a pagina oficial do GINA no Facebook clicando AQUI
Mães informadas são mães empoderadas, e mães empoderadas criam filhos mais saudáveis! Se informe, se empodere e ajude a empoderar outras mães também!
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Tosse infantil: dicas e cuidados

Chega esta época do ano e quem tem crianças pequenas em casa já sabe: lá vem os resfriados, as gripes, a coriza, a tosse…

tosse infantil

Aqui em casa, com o Pedro sofrendo de muitas alergias e com asma, eu virei quase uma especialista em tosse infantil!

Foram tantas noites sem dormir ao lado da cama dele, chorando pra ele parar de tossir, tantas idas e vindas em consultórios, exames, hospitais, laboratórios…

Hoje, com o Pedro aos 9 anos, as crises de asma dele já estão muito mais controladas! Passamos de muitas crises ao longo do ano para apenas 1, e olhe lá! E é sempre nesta época do ano!

Apesar de estar “calejada” neste assunto, toda vez que a crise vem e eu vejo meu pequeno-grande cabisbaixo e tossindo sem parar, meu coração aperta e dá uma angústia!!

Eu me lembro do tempo em que ele era mais novo e não conseguia me dizer o que sentia e ao mesmo tempo, eu não conseguia explicar pra ele porque ele sofria! A gente se sente tão pequena e impotente… O maior sufoco!

Foi pensando nisso que resolvi reunir aqui algumas dicas e cuidados que aprendi ao longo destes anos, olha só:

  • Cebola no quarto, sim ou não?

Há estudos que comprovam que a cebola tem o poder de capturar do ambiente micróbios e outras substâncias nocivas, o que pode ajudar a deixar o ambiente do quarto da criança com um ar mais puro (embora mais fedido!). Como mãe, nunca usei a cebola como tratamento da tosse, sabe? Sempre usei o truque como apoio para um tratamento orientado pelo médico!

  • Pomada no peito ou no pé, ajuda?

Todos os médicos que eu já consultei com o Pedro sempre disseram que NÃO! Além disso, as pomadas não são indicadas para menores de 4 anos, podem transformar uma tosse alérgica em tosse com secreção (o que significa maior irritação das vias aéreas) e causar alergias de pele. Eu nunca usei!

  • Inalação pra tudo?

Sim! Segundo os médicos do Pedro, a hidratação das narinas, mucosas e do corpo em si é sempre o melhor remédio para combater a tosse e outras condições clínicas então, faça inalação com soro, abuse do vapor do banho, ofereça muita água para a criança!

  • Umidificador no quarto, é super necessário?

Ajuda muito porém, é preciso lembrar que o umidificador não deve ficar ligado a noite inteira para não umedecer demais o quarto! O truque é ligar um pouco antes de a criança ir dormir para deixar o ambiente bem fresquinho para a hora do sono.

  • Quais xaropes oferecer? Mel, própolis, chá quente?

Os pediatras das crianças nunca receitaram xaropes “para tosse” porque sempre disseram muito claramente que não se deve tratar a tosse, já que ela é uma defesa natural do organismo. O melhor é identificar a causa da tosse e tratar a causa! O pediatra poderá receitar xaropes específicos para causas como alergias, inflamações, infecções…

  • Como saber se a tosse é alérgica? Como identificar o que causa a alergia?

A tosse alérgica costuma ser seca, ou seja, ela não vem acompanhada de muco ou catarro. Ela pode ser persistente e você vai perceber quando ela fica mais forte: de manhã quando a criança brinca em cima do tapete, de noite quando deita em seu travesseiro, quando sai na rua… Cada um destes momentos da tosse vão te ajudar a identificar os fatores que causam a alergia: os ácaros do tapete ou do travesseiro, a fumaça da rua, um produto de limpeza do banheiro, um ingrediente da hora do almoço… Se você quiser ter certeza da causa, pode realizar um exame laboratorial que testa muitos agentes causadores de alergias e depois, passar a evitá-los.

  • E se a tosse tiver muco e catarro?

Normalmente é sinal de infecção, pode ser uma gripe, um resfriado… A minha dica como mãe é, sempre que você estiver insegura, procure ajuda médica! Uma gripe simples com um catarro forte e que demora muito a passar pode ser uma pneumonia, uma tosse com febre pode ser uma bronquiolite ou seja, são tantas coisas que o melhor mesmo é ir ao médico. O de verdade, e não o Dr. Google, hein?

  • Como identificar a asma?

No caso do Pedro, descobrimos que ele é asmático com a ajuda de uma médica alergologista-pneumologista. Uma especialista em pulmões e alergias! Além de exames clínicos e histórico familiar, fizemos exames laboratoriais e de capacidade pulmonar e depois disso tudo, iniciamos um tratamento que durou 1 ano com medicamentos para fortalecer os pulmões dele. Passado o período de tratamento, ele passou a ter uma “bombinha” de resgate e os medicamentos de crise.

O Pedro foi diagnosticado aos 3 anos e meio e depois dos 5 anos, as crises diminuíram muito chegando ao quadro de hoje em dia (ele tem 9 anos) com apenas 1 crise por ano e olhe lá! A expectativa é que, na vida adulta, a condição asmática desapareça completamente sendo que, pode reaparecer quando ele for velhinho!

A asma não tem cura, tem tratamento! Mas nunca foi motivo para ele deixar de levar uma vida normal e fazer todas as atividades que qualquer outra criança faz! Inclusive atividades físicas e de maior esforço pulmonar como natação, corrida…

  • Toda tosse pode ser asma?

Não! A tosse pode ser causada por muitas coisas, inclusive refluxo gastro, sinusite….

  • E se o meu filho for diagnosticado com asma, como eu vou saber quando a tosse é da asma, quando é da gripe?

Na minha experiência, o tempo e a observação do meu filho me fizeram aprender a detectar! A tosse da crise asmática é bem seca mesmo, eu já sei como ele fica, como fica seu olhar… Assim como também reconheço a tosse com muco ou catarro e apenas sentindo o cheiro de longe já sei se é um resfriado simples ou uma gripe mais forte!

Calma! Você vai conseguir ajudar o seu filho quando ele precisar, pode ter certeza!

Além de todas estas dicas sobre a tosse e as doenças respiratórias desta época do ano, acho que é sempre bom lembrar que:

  • febre persistente por mais de 3 dias precisa ser acompanhada pelo médico!
  • febre maior do que 39 graus é motivo para correr no hospital, sim!
  • não medique o seu filho sem acompanhamento médico! O que funcionou para uma amiga pode dar muito errado com o seu pequeno!
  • Se há outros sintomas além da tosse, como febre, diarréia, dores, vômito e afins, vá ao médico!
  • Na dúvida, sempre vá ao médico! Sempre!

“O outono é sempre igual, as folhas caem no quintal…” e as mães sofrem pra burro! Mas acredita em mim, conforme eles crescem, vão ficando com suas defesas mais fortes e vai ficando mais fácil! Amém!

Neste link AQUI tem uma matéria super explicativa do Dr. Drauzio Varella sobre a tosse, suas causas e tratamentos. Vale a pena dar uma olhada!

Se você tiver qualquer outra dúvida sobre a asma, pode me perguntar que eu prometo que respondo rapidinho, ok?

Bjs! ;)

 

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Um susto chamado Câncer de Pele

cancer de pele

Estamos no Outubro Rosa, o mês dedicado á informação, prevenção e combate ao câncer de mama e então, pensando sobre este assunto, resolvi criar coragem para contar pra vocês um susto que tomei com o Câncer de Pele há alguns meses atrás…

Quando engravidei da Cacá, apareceram no meu rosto algumas manchinhas que logo foram identificadas pela GO como melasma, super comum em grávidas e que pode ser agravada pela falta de uso do protetor solar.

A Cacá nasceu, as manchas clarearam com o uso de cremes indicados pela dermatologista e eu me mudei para o Recife, terra de sol rachando quase o ano inteiro. Eu nunca fui muito regrada pra usar o protetor solar todos os dias antes de sair de casa, quando lembrava passava e estava tudo bem!

Pra mim, protetor solar meeeesmo, aquele super forte de alta proteção só precisava passar quando eu estivesse tomando sol na praia ou na piscina, ou quando soubesse que estaria exposta ao sol em atividades ao ar livre. Pra levar e buscar filho na escola, ir até o shopping, banco, supermercado, eu nunca pensei que precisaria de protetor solar, sabe?

Acontece que, lá no Recife, a terra do sol rachando o cocoruto, algumas novas “manchinhas” começaram a aparecer no meu rosto e apesar de achar estranho, me auto-diagnostiquei com melasma. E me dei conta de que precisava começar a usar um protetor solar sempre que fosse sair de casa, porque minha pele não estava habituada àquelas altas temperaturas.

Usava um FPS 30 todos os dias, religiosamente, logo após escovar os dentes de manhã e estava tudo bem! Estas novas “manchinhas” ficaram no meu rosto, nunca me incomodaram e a vida seguiu…

Voltamos para SP e aos poucos, este hábito do protetor solar diário foi sendo engolido pela rotina corrida e, como por aqui não é todo dia que vemos o sol brilhando, desencanei de usar!

Eu achava que, com o protetor solar da maquiagem que eu sempre usava para sair de casa, eu já estava protegida e não precisava me preocupar, até o meio deste ano…

Uma série de conturbações aconteceram ao mesmo tempo! Voltamos da nossa linda viagem para Santa Catarina e estava tudo certo para a próxima, iríamos para o Chile esquiar em julho e comemoraríamos o aniversário do Pedro por lá. Passagens compradas, hotel reservado, roupas de inverno separadas e de repente…

Um susto com uma cirurgia de emergência do marido, cancelamento de viagem, Pedro sem festa, crianças de férias, marido de cama e eu percebi que uma das manchinhas que já “moravam” no meu rosto desde a época de Recife, estava estranha…

Ela nunca havia me incomodado, era uma mancha um tom mais escuro que a pele do meu rosto, redondinha, bem na minha bochecha direita, quando eu passava a maquiagem ela sumia e sem a maquiagem, quase imperceptível.

De um dia para o outro, esta mancha começou a inchar, ficou gordinha, avermelhada e coçava muito! Achei estranho e marquei a dermatologista, neste meio tempo, ela passou de avermelhada para marrom escuro, ficou grossa e começou a descamar, além de continuar coçando!

Corri para o Dr. Google para dar uma pesquisada em pintas e manchas e daí, caí em muitos artigos que falavam sobre verrugas, melasmas e por último o tão temido, aquele que não deve ser pronunciado: CÂNCER de pele!

Um mini pânico começou a tomar conta de mim, o dia da consulta parecia que não chegava nunca (e demorou 1 mês) e eu ia mantrando pra mim mesma que não devia ser nada, que estava tudo bem, que eu não deveria ter lido nada no Google…

No dia da consulta, expliquei e mostrei para a dermato a causa de tanto medo e então, ela fez um exame dermatoscópico, que consiste na utilização de um equipamento com luz que aumenta a área a ser observada permitindo que o médico possa diagnosticar e classificar a lesão em: benigna, suspeita ou maligna.

No meu exame, a médica constatou tratar-se de uma Queratose Actínica, que é um tipo de mancha pré-cancerosa, ou seja, um estágio antes de virar um câncer de pele. Pra entender melhor, olha o que diz o A.C. Camargo:

“São lesões pré-cancerosas provocadas pelo efeito cumulativo da exposição aos raios ultravioleta. Caracteriza-se pelo aparecimento de pequenas lesões ásperas, avermelhadas ou cor da pele, no rosto, orelhas, dorso da mão, braços e até na cabeça de homens calvos. É mais comum em pessoas de meia-idade e pele clara. São classificadas histologicamente em cinco tipos: hipertrófica, atrófica, bowenóide, acantolítica e pigmentada. Pode apresentar transformação desenvolvendo o carcinoma espinocelular.”

Quando eu ouvi o diagnóstico, eu entrei em pânico mesmo! Quer dizer, aquilo ali era um tipo de câncer sim! Câncer, aquela coisa que a gente sempre ouve falar que alguém teve mas, nunca imagina que possa acontecer com a gente!

A única coisa que eu conseguia pensar era: ai Meu Deus! E agora? Eu tenho filhos para criar, eu quero estar aqui neste mundo por muito tempo por eles! O que eu preciso fazer para acabar com isso?

Como a lesão estava bem grandinha, a médica achou melhor tirarmos ela, e isso foi feito com uma micro-cirurgia relativamente simples no próprio consultório. O material coletado foi enviado para análise e a médica esperava que o resultado indicasse que se tratava de tumor benigno.

Nem preciso dizer que a minha cabeça estava pirando durante todos estes procedimentos, processos e espera, né? Eu chorava escondido pra não assustar as crianças, tinha medo de sair de casa e tomar sol no rosto, fiquei praticamente entocada, cheia de creme no rosto e rezando pelo resultado do exame.

Na data combinada, voltei ao consultório e fiquei sabendo que o exame não acusou nada de maligno nem na lesão e nem na amostra de tecido saudável que foi retirado ao redor. Ufa!

Como eu ainda tenho outras destas lesões ou “pintinhas” pelo rosto e costas, estou fazendo uso de um creme manipulado para controlar estas intrusas e para amenizar a mancha que ficou no meu rosto após a cirurgia. Serão alguns meses usando este medicamento até voltar ao consultório para fazer uma nova análise e verificar se há evolução de alguma destas lesões ou, se o medicamento funcionou.

Pra vocês terem uma idéia de como está meu rosto, tirei uma fotinho sem make e sem filtro! rs

manchas na pele

De frente, quase não dá pra ver a manchinha, de lado já se percebe ela ali! Alguns mílimetros maior do que a mancha original (por causa da cirurgia) mas bem mais clara e discreta do que antes.

Agora, é claro que estou mais do que nunca aloka do protetor solar! E não é qualquer protetor solar não! O mínimo recomendado é o fator 30, mas eu uso fator 60 e, apesar de a minha dermato ter indicado alguns protetores solares com base que são seguros, eu decidi não confiar mais em maquiagem nenhuma!

Uso o protetor solar fator 60 primeiro de tudo e depois, passo a maquiagem por cima! Escolhi um protetor próprio para o rosto e por isso, ele é mais levinho, não fica oleoso e tem uma finalização meio mate. Só saio de casa lambrecada de protetor!!

Esta experiência toda me fez refletir muito sobre as coisas que “passamos na frente”, sabe? Porque como mães, estamos o tempo todo preocupadas com a saúde das crianças, com o almoço, o jantar, as brincadeiras, a roupa lavada, as notas da escola, os amiguinhos, a birra, o choro…

Se eles reclamam de qualquer dorzinha então, somos capazes de não sentir mais nada em nossos próprios corpos só para estarmos 100% dedicadas na cura e recuperação deles e assim, aquela dorzinha de cabeça, aquela pinta que coça, aquele inchaço no seio, aquela cólica mais forte vão ficando pra trás, vão deixando de ser prioridade…

Sem tempo nem para comer e dormir, quem dirá lembrar de marcar consultas e exames, né? Mas, o tempo vai passando, ele começa a cobrar a conta e ela pode sair muito mais cara do que você gostaria!

Cuidar da saúde dos filhos é importante sim, com certeza! Mas uma mãe que não está saudável consegue cuidar da saúde de alguém? E tem mais, somos exemplos para os nossos filhos em todas as nossas atitudes, inclusive no modo como cuidamos de nós mesmas!

Então, neste mês de outubro eu quero convidar todas vocês a darem uma pausa na correria e prestarem atenção em si mesmas, a marcarem os médicos que vocês estão enrolando para marcar há meses, a ouvirem suas dores físicas e darem importância para estes incômodos!

A gente não gosta nunca de admitir mas, mães também podem falhar, também podem sentir dores, também podem sentir medo e principalmente, podem e devem se cuidar!

Foi um susto! Já passou! Eu estou bem!

Agora vou aproveitar este alerta que a vida me deu para repensar os meus hábitos, minhas prioridades, minha rotina, minha correria…

Pensa nisso você também!

Bjs ;)

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Aplicativos para malhar em casa, de graça!

Eu nunca fui do tipo que ama academia, musculação e estas coisas mas, sempre gostei de mexer, sabe? Passei a vida fazendo vários tipos de atividades físicas: natação, jazz, ginástica rítmica, handebol, vôlei, atletismo…

Se eu passo muito tempo sem me mexer, meu corpo parece me cobrar, eu sinto as “juntas” como se estivessem em constante atrito e além disso, fico mal humorada que só por Deus! hehehe

Daí que, neste ritmo, sempre consegui encaixar na minha rotina algum tipo de atividade, nem que fosse só caminhar por 1h na rua, ou jogar bola com as crianças, ou correr na esteira do condomínio mesmo até que, no ano passado (quem me segue no instagram @bagagemdemae deve se lembrar) eu quebrei o pé, e precisei ficar imobilizada por 3 meses!

Depois de o pé “consertado”, ainda não estava liberada para atividades de impacto, o ideal era que eu fizesse aulas de hidroginástica, natação, pilates… Acontece que quando fui na academia procurar por estas aulas, quase caí de costas com o aumento dos preços!

Eu amo as aulas de pilates e hidroginástica, mas gente. tá muito caro!!

Fiquei super desanimada até que o maridón (que é adepto de corridas de rua) me falou de um aplicativo da Nike onde eu poderia montar aulas personalizadas, fazer treinos rápidos, leves, moderados, ter apoio de uma comunidade que treina junto…

Adorei a idéia e fui fuçar neste e em outros e daí, fiz uma seleção de aplicativos para malhar em casa que são ótimos, têm treinos rápidos e o melhor, são de graça!

Estes aqui são os que eu uso:

1 – Nike+ Training Club

nike training club

Neste aplicativo da Nike você encontra aulas criadas por profissionais da Nike e também, por atletas como Serena Williams e outros. Você pode fazer as aulas “avulsas” ou, criar um plano personalizado de acordo com seus objetivos.

Tem planos para emagrecer, para fortificar, para quem vai correr alguma prova, para flexiblidade e mais um monte de outras coisas. O aplicativo utiliza seus dados de saúde (peso, altura e idade) e informações sobre suas condições físicas (se está parado há muito tempo, se está habituado com a academia, etc) para traçar um plano que atenda as suas necessidades sem forçar demais.

Por exemplo, eu estou fazendo um plano de fortalecimento que tem a duração de 6 semanas com 5 treinos por semana, as aulas não ultrapassam 30 minutos e cada dia é diferente do outro, o que não deixa a atividade monótona.

Além de cumprir com os meus dias de treino do plano, também uso o aplicativo para fazer aulas de Yoga nos dias de recuperação e assim, mantenho o ritmo acelerando e desacelerando para que o corpo não se acomode.

É meu aplicativo predileto! Antes de cada exercício há um vídeo rápido da atividade para você ver como se faz, durante o tempo do exercício a “treinadora” vai falando com você e dando dicas, você pode colocar para tocar as músicas do seu celular enquanto se exercita e, se você também tiver o Nike Run instalado, ele unifica os seus resultados dizendo ao final de cada semana o quanto você trabalhou, quantas calorias perdeu, etc.

Você também informa no aplicativo se tem ou não equipamentos de academia disponíveis e onde pretende malhar assim, a aula pode acontecer na sua casa, sem a necessidade de comprar nada!

É gratuito para IOS e Android

nike training club

2 – Sworkit

sworkit

Ele é parecido com o aplicativo da Nike mas, tem uma sessão paga e por isso, a sessão gratuita é mais limitada com menos tipos de aulas e exercícios.

Eu gosto dele porque as aulas de Yoga e Pilates são diferentes das aulas do aplicativo da Nike, você também consegue montar o treino de acordo com o tempo que você tem disponível, você pode programar de 5 minutos a 1 hora.

As aulas também são livres de uso de equipamentos e por isso, basta que você tenha um espaço livre para começar a se mexer!

Gratuito para IOS e Android

sworkit

3 – Passio4Profession

passion4profession

O Passion4Profession é o famoso treino de 4 minutos que, talvez, você já tenha ouvido falar! Há varias versões do aplicativo: treino para o corpo todo e treinos mais localizados. Eu uso as versões com treinos abdominais e de pernas!

Você baixa o treino de 4 minutos semanais, ele monta a sua escala, você determina o horário, ele te manda um lembrete no celular e as aulas são com videozinhos animados, música e contagem própria.

Se você não está habituada com os termos e nomes do exercícios, recomendo que você assista as aulas primeiro e depois, comece a fazer. Uma desvantagem deste aplicativo é que, ele não te dá um prazo legal para visualizar e aprender antes de começar a contagem então, você já tem que estar no ritmo e saber os tipos de exercícios propostos ali.

Uso estes aplicativos como complementares aos treinos da Nike, já que são bem focados em áreas específicas e são super curtinhos e intensos!

Disponível de graça para Android e IOS

passion4profession

4 – Charity Miles

charity miles

Para variar um pouco a rotina de exercícios e sair de casa ou da academia do condomínio, que tal uma corridinha ou pedalada de rua?

Você só precisa dos seus tênis e da sua energia para usar o Charity Miles e transformar seus km percorridos em doações para entidades beneficientes. Super simples de fazer: você baixa o aplicativo, escolhe a instituição que quer ajudar (tem americanas e internacionais), aperta start e começa a correr (ou pedalar), o aplicativo usa o seu GPS para calcular os seus km percorridos e depois, quando você finalizar, converte em dinheiro!

E de onde vem este dinheiro? Aí é que está , o dinheiro vem de anunciantes do aplicativo e apoiadores do projeto por isso, é essencial que você compartilhe seus resultados nas redes sociais, assim mais pessoas vão ficar sabendo do aplicativo e mais apoiadores e anunciantes podem se interessar pela causa!

Gratuito para IOS e Android

charity miles

Além de não custar nada, estes aplicativos permitem que você se exercite em casa, em pouco tempo e na companhia das crianças! A Cacá ama me acompanhar nas aulas de Yoga, e o Pedro adora acompanhar as aulas de cardio, que têm muitos pulos e corridas estacionárias!

Se você está há muito tempo parada, é melhor passar por um check up primeiro e conversar com o seu médico sobre voltar a fazer exercícios físicos e qual a frequência que ele acha ideal. Outra coisa importante, é prestar bastante atenção na postura e movimentos corretos para evitar lesões musculares e dores nas costas!

Fazer exercícios sozinha tem o contra de você correr este risco de exagerar mas, uma boa dica é prestar atenção ao seu corpo! Se no exercício de cardio você está sentindo o coração muito acelerado, diminua o ritmo! É melhor fazer bastante, do que rápido e sofrido!

Nos exercícios de alongamento, vá dentro das suas limitações! Você não precisa se matar para alcançar o dedão, na hora que sentir o músculo “puxando”, este é o seu limite!

O exercício não precisa ser confortável, mas não deve te machucar! É muito mais importante manter a consistência, firmeza e postura no exercício, do que a velocidade ou quantidade de repetições!

Eu acabei de encerrar o meu primeiro mês de aulas com estes aplicativos e vou dizer pra vocês, nas 2 primeiras semanas, tudo doía no final da aula. Eu tinha certeza que não teria forças para continuar no dia seguinte mas, eu insisti e percebi que, assim que eu começava a próxima aula, a maravilhosa endorfina fazia esquecer qualquer dor e querer completar a aula até o fim!

Não tenho a intenção de ser nenhuma Pugliesi da vida, barriga sarada também não é o meu objetivo, mas acho que precisamos estar saudáveis para podermos criar filhos saudáveis, e se isso nos fizer perder uns quilinhos e ter a bunda durinha, que mal há, não é mesmo? hehehe

Mexer o corpo é tudo de bom! Faz bem para a nossa saúde e para a saúde dos nossos filhos, porque somos exemplos! ;)

malhando com criança

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Vermelhidão, bolinhas e coceira nas dobrinhas do bebê, o que pode ser?

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De repente, aquele bebê rechonchudo, cheio de dobrinhas e sorrisos, aparece com o rostinho vermelho e irritado, depois surgem umas bolinhas nas dobrinhas do bebê e você logo pensa que pode ser o frio, ou o calor, passa um creminho qualquer e…nada!

Daí, as bolinhas aparecem na barriga, nas coxas, depois nas dobrinhas dos bracinhos e atrás dos joelhos e você fica pensando: o que pode ser isso? Alergia? Da fralda? Da roupinha que eu vesti nele? Do sabonete? Do shampoo?

Identificar os causadores de irritações na pele dos bebês e crianças, não é tarefa fácil e foi assim que eu me senti, quando aconteceu isso com o Pedro. Fiquei perdida!

Primeiro, achei que fosse frio, reforcei no hidratante e protetor solar, mas apareceram umas bolinhas, e eu pensei que a “culpa” fosse do hidratante! Quando chegou o verão, o sofrimento aumentou!

Com o suor nas dobrinhas do meu pequeno rechonchudo, as bolinhas e vermelhidão aumentaram, ele ficava irritado, se coçava e às vezes, acabava por se machucar de tanto coçar!

Já sem conseguir “dar um jeito” naquela coceira toda, levei o pequeno para uma avaliação com o pediatra e então, ele me contou o que é a dermatite atópica. Uma doença de pele que, não é contagiosa, mas não tem cura!

Cerca de 15% da população mundial sofre de dermatite atópica e muitas vezes, ela simplesmente não é diagnosticada ou, é confundida com alergias específicas de alguns produtos ou tecidos.

Para conseguir deixar o seu pequeno livre deste incômodo, é preciso entender o que é a dermatite, como ela é causada e especialmente, como evitar e controlar as crises.

Aqui em casa, somos campeões em lidar com esta “bendita” e por isso, vou compartilhar com vocês tudo o que aprendi na prática desta vida de mãe de alérgico!

1 – Como descobrir se é ou não é dermatite?

A primeira coisa a fazer é observar esta vermelhidão e estas bolinhas. A dermatite costuma “dar as caras” logo nos primeiros meses de vida do bebê e justamente por causa de suas peles super delicadas, confundimos a “danada” com alergia de tecidos, fraldas, cremes…

As bolinhas da dermatite aparecem primeiro no rosto do bebê, depois na barriga e nas coxas e então, nas dobras dos braços, atrás dos joelhos, pescoço, nuca…

A criança não fica com o corpo inteiro cheio de bolinhas, elas aparecem nestes lugares específicos, causam coceiras e irritação e mais nenhum outro sintoma associado como febre, diarréia, vomito, apatia, etc.

Para ter certeza que as bolinhas do seu bebê ou criança são dermatite, consulte o seu pediatra ou dermatologista.

2 – O que causa a dermatite?

Na verdade, não existe uma causa específica e nem se sabe ao certo como ela se originou. O que se sabe é que ela é uma doença hereditária , crônica e não contagiosa que pode aparecer ou piorar em crises causadas por condições emocionais e ambientais.

3 – Dá para evitar a dermatite?

Não tem como evitar! Se a mãe ou o pai da criança tiverem qualquer tipo de alergia ou doença respiratória, as chances da criança também ter aumentam em até 50%, por isso, a única coisa que se pode fazer é aprender a evitar e controlar as crises.

4 – E como tratar, controlar e evitar estas crises?

Alguns fatores são conhecidos como causadores de crises, são eles:

  • poeira e ácaros,
  • detergentes e produtos de limpeza;
  • lã e tecidos sintéticos;
  • temperaturas baixas e frio intenso;
  • altas temperaturas e suor;
  • pele seca;
  • alguns tipos de alimentos;
  • infecções e
  • estresse emocional.

Todo mundo que sofre com algum tipo de alergia, seja alimentar ou de tecidos, cheiros e afins sabe que, para descobrir quem é o causador das crises é preciso muita observação então, se você notar bolinhas no bebê ou criança, a primeira coisa a fazer é uma lista com os tecidos que ele teve contato, as comidas e bebidas que ingeriu e observar o lado emocional dele.

Somente com esta observação bem detalhada e a experimentação de possibilidades, é que será possível identificar e afastar estes causadores de crises do dia a dia do seu pequeno.

Além disso, você pode fazer como eu e tomar precauções simples no dia a dia de vocês:

  • evite produtos de limpeza com cheiros muito fortes no ambiente da criança, prefira os neutros;
  • retire pelúcias, tapetes, cortinas e outros acumuladores de poeiras;
  • mantenha a pele da criança sempre hidratada aplicando cremes e loções de alto poder de hidratação sempre após o banho;
  • prefira tecidos naturais e respiráveis que não causem muita transpiração ou atrito com a pele da criança;
  • tenha uma pomada ou creme de emergência para aplicação em casos de crise, que alivia a irritação causada pela coceira e ajuda a controlar a crise devolvendo a saúde da pele na região afetada. As pomadas imunomoduladoras são muito boas e tem menos efeitos colaterais. Converse com seu médico sobre a possibilidade de usar este medicamento, indicado para crianças e adultos.

Viver com alergias não é fácil, eu confesso! Mas pode ser amenizado com muita informação e o uso de produtos seguros e modernos, consulte sempre seu medico para conhecer estas opções.

E saiba também que, nem tudo é má notícia! Conforme as crianças crescem, as crises tendem a diminuir e apenas 40% dos pacientes adultos continuam a apresentar sintomas!

Hoje, Pedro aos 8 anos, já sabe exatamente quais tecidos, produtos e alimentos evitar e qual a sua pomadinha “do coração” para parar com aquela coceirinha!

Então, bem-vindo inverno e xô bolinhas! ;)

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Este conteúdo foi oferecido pela LEO Pharma. A LEO Pharma oferece soluções de saúde em mais de 100 países. Com objetivo de facilitar que as pessoas cuidem de suas condições de pele, a LEO Pharma tem dedicado décadas de pesquisa e desenvolvimento para fornecer produtos e soluções para tratamentos de doenças de pele.

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7 coisas a fazer antes de engravidar

tentativa de engravidar

Estar grávida é sem dúvida um milagre, um mistério da vida! Se você parar para observar muito detalhadamente o conjunto de “coisas” que precisam estar muito alinhadas para que a concepção aconteça, certamente vai concordar comigo.

E assim como é da natureza dos milagres e mistérios, engravidar não é uma coisa que você possa controlar, não acontece só porque você quer. Falo por experiência própria, eu já sofri bastante na vida de “tentante” assim como, também conheci outras mulheres que decidiram que era a hora de engravidar e pah, logo no primeiro mês de tentativas, conseguiram!

Se você chegou neste momento da vida em que decidiu ser mãe, decidiu engravidar, vou listar aqui 7 coisas a fazer antes de engravidar. Antes de começar, quero deixar bem claro que, esta lista não inclui fatores financeiros, emocionais, morais, sociais, etc. que podem influenciar a sua decisão.

A minha listinha de coisas a fazer antes da chegada do bebê, inclui coisas simples, do cotidiano, que dizem respeito a você se sentir fisicamente plena e emocionalmente preparada para esta fase linda que vai chegar. Vamos lá?

1 – Faça um check up de saúde!

Claro que, se você engravidar “sem querer”, qualquer dificuldade de saúde que você possa ter sem saber, se tornará irrelevante e eu conheço muita gente que prefere não saber. Mas, a verdade é que, durante a gravidez, nosso corpo muda completamente!

O coração e pulmões fazem esforços dobrados, certos alimentos que antes eram inofensivos, passam a fazer mal, gripes e resfriados se complicam, a pressão arterial muda… Se você está planejando engravidar, não custa nada ir fazer um check up geral, pra ter certeza que está tudo bem!

E se você já tem alguma coisa (tipo hipertensão, diabetes, asma…) já converse com seu médico sobre os seus planos para que vocês decidam juntos como seguir com os tratamentos e cuidados já que, os remédios nesta fase também são proibidos e super controlados!

2 – Melhore os seus hábitos alimentares!

Comer bem é fundamental para manter todos os órgãos do seu corpo em pleno funcionamento, comer bem também influencia no seu sono, estresse e irritabilidade e é claro, comer bem vai influenciar diretamente na sua saúde, nas probabilidades de você sofrer além do necessário com as alterações do corpo durante a gravidez.

Se você não tem hábitos muito bons, comece a mudança agora! Bons hábitos alimentares não são adquiridos da noite para o dia, você precisa insistir na mudança para que seu corpo se adapte e comece a responder ao “tratamento”.

Aproveite para incluir na sua nova rotina alimentar, alimentos que contém vitaminas importantes para você e o bebê durante a gestação, como o ácido fólico e o ferro, por exemplo.

3 – Comece a tomar vitaminas!

Se você já conversou com seu médico sobre o seu desejo de engravidar e está tudo ok com a sua saúde, converse com ele sobre a possibilidade de incrementar a sua alimentação com suplementação de vitaminas específicas para esta fase.

O ácido fólico, por exemplo, é encontrado em baixa quantidade nos alimentos e pode levar até 3 meses para começar a fazer algum “efeito” no seu organismo. Ele é fundamental para o desenvolvimento do feto, a ausência dele está diretamente relacionada a má formações no bebê.

4 – Durma bem!

Eu poderia te dizer que este conselho é por causa das poucas horas de sono que você terá quando o bebê nascer mas, ele também serve para diminuir o seu estresse, seu nível de ansiedade, evitar dores de cabeça e não bagunçar o seu metabolismo.

Se você é como eu, notívaga, não tem problema! Desde que você durma pelo menos 8h por dia e esteja descansada de verdade! Lembre-se: estar descansada, com a cabeça leve, e sem ansiedades também influencia nas tentativas!

5 – Beba muita água!

Se você ainda não tem o hábito de ingerir 2l de água por dia, esta é uma boa hora para começar! Durante a gestação, você pode reter mais líquido do que o comum, sentir as juntas do corpo inchadas e doloridas e por isso, se você estiver com o corpo bem hidratado, sentirá estes “efeitos colaterais” com menor intensidade!

Além disso, é normal você se sentir mais cansada, esbaforida e salivando já que o seu coração estará trabalhando dobrado, o peso do seu corpo aumentará e seus esforços serão maiores. Algumas grávidas sentem muita salivação e a única coisa que melhora é beber água!

Manter este hábito é muito importante no pós parto também afinal, quanto mais hidratada você estiver, mais leite terá para o seu bebê!

6 – Faça uma lista de coisas “a fazer” antes do bebê! (e as realize!)

Pense em tudo o que você deixou para fazer, nas coisas que se acumularam e que você não vai conseguir realizar com o seu barrigão, o cansaço e os cuidados da gravidez. Pode ser aquela reforma no quartinho que será do bebê, aquela viagem a dois que você planejou, planejou e não tirou do papel, aquela faxina nos armários…

Por aqui, quando estava na minha fase tentante, reformei o que precisava da casa e especialmente, o quarto que seria do bebê. Isso foi importante pra mim porque, me ajudou a tirar o foco da ansiedade das tentativas e eu percebi que ter feito tudo antes, foi muito importante, já que eu precisei de repouso no final do gestação e se tivesse aguardado, não poderia ter feito.

7 – Informe-se e comece os preparativos!

Agora que você já cuidou da saúde, já conversou com o médico, já decidiu as coisas que precisa fazer antes, que tal se informar sobre a gravidez, período fértil e todas estas coisas?

Por mais que você ache que sabe como os bebês são feitos, vai por mim, até que você esteja nesta fase de tentante e depois grávida, você não imagina quantos pormenores existem neste milagre! Por isso, esteja informada!

Mas procure por informações confiáveis, sites especializados como o BabyCenter Brasil, Bebe.com e similares, que passam informações com credibilidade e de especialistas e é claro, blogs bacanas que contam as experiências pessoais de outras mães, como este aqui! hehehe

Também pode ser legal entrar em grupos de “tentantes” no Facebook e baixar aplicativos como o OvuView (gratuito e para sistemas Android) ou o Love Cycles, que está disponível para todos os sistemas (Android, IOS, Microsoft, etc), é gratuito e tem versão em português.

Neste aplicativos, você controla todo o seu período menstrual, inclui lembretes e alarmes, anotações, seu humor do dia, remédios que esteja tomando, fica sabendo quais as datas mais prováveis para engravidar e consegue programar as tentativas!

app de ovulação ovuview

O OvuView mostra as datas mais prováveis para engravidar!

aplicativo de ovulação

O LoveCycles

Outra coisa que pode te ajudar, são os “palitinhos” que indicam se você está mesmo no período fértil, o funcionamento é parecido com o dos testes de gravidez: você faz xixi no potinho, coloca o palitinho e descobre se aquele é realmente seu dia fértil!

teste de ovulação

Você encontra de várias marcas, dos mais simples ao digital. O teste pode ser feito com xixi ou saliva! ;)

Então é isso, a parte de ser tentante deveria ser a mais gostosa de toda esta maratona para se tornar mãe então, se me permitem um último conselho: cuidem da saúde e curtam muito este momento. Vai dar saudade! hehehe

Bjs ;)

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Rinite, asma e alergias durante a gravidez: como prevenir e tratar?

Desde que me lembro, sempre convivi com a bendita da rinite! Cresci na base do soro fisiológico, inalação, lencinhos na bolsa/mochila até que, na adolescência, passei a carregar comigo um frasco de descongestionante nasal pra cima e pra baixo!

Quando engravidei, além de todas as transformações óbvias do corpo e da mente, a minha rinite companheira de vida também passou a ficar muito mais “atacada”. Era como se eu acordasse e dormisse em crise, ainda que eu estive me cuidando e mantendo distância de tudo o que eu já sabia que causava as crises.

rinite na gravidez

Por precaução, antes de apelar para o meu descongestionante de sempre, resolvi consultar a minha médica para ter certeza de que aquilo não faria mal ao bebê. A minha surpresa foi que, a médica disse que não, eu não podia usar aquele produto!

Pra mim foi uma surpresa porque era o meu medicamento habitual e eu sempre o considerei inofensivo mas, a médica me explicou que os descongestionantes nasais têm em suas fórmulas vasoconstritores. E o que é isso?

Bom, durante uma crise de rinite, alergia, gripes ou resfriados, as veias do nosso nariz se dilatam muito, fazendo com que a gente sinta esta dificuldade de respirar, a sensação de estar com o nariz sempre entupido. Os vasoconstritores atuam exatamente nestas veias, fazendo com que elas desinchem e dando a sensação de alívio.

O problema é que estes vasoconstritores podem cair na sua corrente sanguínea e causar alterações de pressão e outros problemas cardíacos. Quando grávidas, nosso coração já está trabalhando “dobrado”, nossa pressão já pode sofrer pequenas alterações por conta disso então, não é indicado fazer uso de mais nada que possa agravar esta situação.

Mas e agora, como viver com esta rinite mega atacada e o meu barrigão? Sim porque, respirar com o barrigão já é mais complicado afinal, o espaço para a expansão dos pulmões diminuiu, e o esforço do coração está maior então, com o agravante de ter o nariz entupido, não há grávida que aguente!

Na minha época, a solução foi voltar aos cuidados da fase de criança: manter longe de mim tudo o que possa causar reações alérgicas (poeira, pelos, pólen, etc), fazer a higiene nasal várias vezes ao dia e inalação com soro fisiológico.

alergias na gravidez

Se além da rinite você também tem asma, é bom saber que, a sua “bombinha” habitual pode não ser ideal para usar durante a gravidez e, segundo o Dr. Diener Frozimédico alergista responsável pelo projeto social “Viver sem Alergia”, o ideal é que você converse com seu médico para elaborarem um plano de tratamento diário.

Este plano deverá modificar os seus medicamentos para outros mais seguros, de doses diárias e que previnam o surgimento de crises e assim, diminuam as chances de você precisar da “bombinha de resgate”, aquela da crise, que normalmente tem teor de medicamento muito mais forte!

Além da rinite, outras alergias também podem aparecer nesta época de inverno, já que o tempo seco e a poluição são super favoráveis a isso. Na gravidez, as alterações hormonais podem causar ressecamento da pele e outras irritações e por causa disso, é muito importante estar com a pele bem hidratada.

Eu sempre sofri com a dermatite atópica (tadinho do Pedro, puxou tudo isso de mim! snif) e durante a gravidez, besuntar o meu corpo inteiro de cremes era mais do que medo das “assustadoras” estrias! Ter a pele bem hidratada é a única defesa para quem sofre com alergias de pele porém, durante a gravidez, não é qualquer creme que podemos passar.

O ideal é que você use um creme que seja específico para esta fase, com hidratação intensa, perfume e ingredientes suaves. Peça recomendação do seu médico, os meus prediletos para esta fase (e que eu uso ainda hoje) são estes aqui:

cremes estrias

E eu lembrei de tudo isso agora porque, o inverno parece que finalmente chegou e aqui em casa, já estamos, eu e o Pedro, a dupla do nariz vermelho! Ninguém merece! :/

Pode até parecer frescura mas, quem sofre de alergias, sabe bem como é horrível esta sensação de não estar “funcionando direito” e, durante a gravidez, a atenção e o cuidado precisam ser redobrados sim, em tudo!

Antes de se medicar, consulte sempre o seu médico! Você pode até pensar que o produto é inofensivo, e pode ser que ele seja mesmo, desde que você não estivesse grávida! Afinal, este é mesmo um estado de “graça”, “interessante”, “embaraçoso” e todos os outros nomes que já usaram por aí.

A gravidez é linda e mágica, ela muda você com o mundo e para o mundo, e muda o mundo com e para você. Pensa nisso e se cuida!

bjs ;)

PS: o projeto social “Viva sem Alergia” atende pacientes na Baixada Fluminense, região metropolitana do Rio de Janeiro, de maneira gratuita. Lá, os pacientes podem realizar consultas e exames, identificar suas alergias e, se constatada a asma, eles também recebem o tratamento e bombinhas gratuitamente.

Conheça mais sobre o projeto no site: http://vivasemalergia.blogspot.com.br

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Vacina contra o medo e o Dia Mundial da Meningite

Eu não sou do tipo medrosa com médicos e afins, sabe? Se preciso tomar uma injeçao, colher sangue, fazer um exame ou até mesmo, uma cirurgia, vou lá, faço e pronto! Ok, vou confessar que o mesmo não vale para dentista! Hehehe

Seguindo este padrão, quando engravidei, eu não me assustei com a quantidade de exames novos e diferentes que precisei fazer, eu sempre tive uma convicção: tudo o que for para o bem da minha saúde, tô dentro!

Daí, o Pedro nasceu, e precisou ir para a UTI, foi a primeira vez que eu tive medo de médicos e hospitais. Talvez o medo não tenha sido do “médico e do hospital”, eu tive medo de ver o meu bebê ali, tão indefeso, tão pequeno, com tantas coisas em volta, com tanta parafernália barulhenta, recebendo tantas “picadinhas” por dia, eu tive medo, muito medo!

Mas o medo daqueles dias de UTI me fez descobrir exatamente qual o tipo de mãe que eu seria, ou que eu gostaria de ser. Eu seria uma mãe que não mediria esforços para garantir a boa saúde do meu filho, uma mãe que não permitiria que este medo privasse as alegrias de uma infância.

Viemos com ele pra casa e, logo na primeira consulta com o pediatra, já vieram todas as recomendações de cuidados e agendamento de vacinas. Eu me assustei de novo! Quantas vacinas aquele pequenino precisaria tomar! Mais picadas, de novo! :/

Respirei fundo e engoli o choro porque, eu entendi que as vacinas eram a única coisa que poderiam afastar de vez o meu medo! Eu sabia que precisava fazer isso pelo meu filho afinal, o que é uma picadinha diante de tantas doenças horríveis que estão a espreita por aí?

Uma destas doenças terríveis é a Meningite e especialmente hoje, no Dia Mundial da Meningite, eu queria dividir com vocês uma história de vida que mostra bem como esta doença pode ser devastadora (para evitar o reload, clique para assistir direto no YouTube):

Eu confesso pra vocês que, como mãe, não tem como assistir este video e não se emocionar! Tanto por me colocar no lugar desta outra mãe, como por me orgulhar de ver o filho dela superar tantos obstáculos!

Infelizmente, a história do Andrey não é uma raridade, todos os anos cerca de 1 milhão de pessoas são infectadas pela meningite em seus vários tipos. E o maior grupo de risco está justamente entre as crianças de 0 a 5 anos.

Com sintomas muito comuns a varios tipos de doenças (febre, dores de cabeça, musculares, etc) a meningite ataca rápida e certeira e, quando não descoberta e tratada a tempo, pode levar a pessoa infectada a morrer em cerca de 24h!

A melhor maneira de se proteger contra a meningite é se vacinando e por isso, eu vou aproveitar para compartilhar com vocês (de novo) o calendário de vacinação indicado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. A meningite assusta sim, mas no Brasil, já existem vacinas para prevenir os principais e mais perigosos tipos desta doença que “atacam” por aqui:

calendario vacinasfonte: Casa de Vacinas GSK

Para saber mais sobre onde encontrar todas as vacinas e entender como funciona cada uma delas, acesse o site: www.casadevacinasgsk.com.br

Aqui em casa, vacinar as crianças é o meu jeito de garantir que eu também “me vacine” contra o medo! E por isso, estou sempre atenta e lembrando todo mundo desta nossa maior e mais importante defesa!

2016 é o ano em que nosso país celebra a festa maxima dos esportes com os jogos olímpicos por aqui então, vamos atender ao chamado do Dia Mundial da Meningite, e agir!

Corre pegar a carteirinha das crianças e conferir se está tudo em dia, aproveita para colocar as suas vacinas em dia também afinal, toda mãe conhece bem os “ciclos de doenças familiares”, quando uma doença passa de um irmão para o outro, para a mãe, para o pai… Bora proteger a família inteira!

E que histórias como a do Andrey se tornem cada vez mais raras, que as nossas lágrimas com ele, e com todos os outros campeões sejam apenas de alegria e orgulho!

O medo, a gente vacina! ;)

#meufuturocampeao #juntoscontraameningite #vençaameningite

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Concurso Meu Futuro Campeão

concurso gsk

Pedro e Cacá, meus campeões! <3

Eu não sei dizer se o que mais me emocionou nesta vida de mãe (até agora) foi ouvir as primeiras palavras de Pedro e Cacá ou vê-los dar os primeiros passos!

Quando se é mãe, cada pequena conquista dos nossos filhos é uma vitória imensa e aprendemos a ser felizes pelo sucesso deste outro, que é uma parte nossa, mas ao mesmo tempo, tão únicos e incríveis!

É um misto de sentimentos muito louco e é claro que, em tempos de “flashes” para todos os lados, a primeira coisa que toda mãe coruja faz é sair clicando! Cada sorriso, cada gracinha, cada passinho, cada olhar…

Estimular as crianças a darem passos cada vez maiores, a se desenvolverem, praticarem esportes e atividades físicas, também é uma preocupação de saúde, além de ser um orgulho!

Aqui em casa, Pedro e Cacá sempre foram muito livres e estimulados a praticarem o esporte que preferirem! Até agora, já rolou futebol, basquete, natação, ballet e esportes radicais como, skate e patins (ai meu coração! rs)!

E foi pensando nesta mistura de emoções, responsabilidade e saúde, que a embaixadora da causa contra a meningite no Brasil, a fotografa Simone Silvério, em parceria com a GSK e os nossos atletas paralímpicos, criaram uma ação mega legal: O Concurso “Meu Futuro Campeão”!

O concurso, que começa a valer às 0h do dia 21/03/16 e tem validade até as 23h59 do dia 24/04/16 tem a proposta de estimular muitos cliques do seu “futuro campeão” praticando esportes!!

Vai funcionar assim:

  • Faça uma foto do seu filho/a (de 0 a 11 anos) praticando algum esporte ou, com a temática (para o caso dos menorzinhos) e compartilhe no Instagram ou Twitter usando a hashtag #MeuFuturoCampeao
  • Todas as fotos compartilhadas com a # vão aparecer no site http://bit.ly/meufuturocampeao
  • As 2 fotos vencedoras ganharão um ensaio lindo com a Simone Silvério, no estúdio dela aqui em SP, (quem for de fora, ganha também passagem e hospedagem para vir até aqui) e um IPad
  • Os resultados serão divulgados no site http://bit.ly/meufuturocampeao no dia 02/05/16

A Simone Silvério e o pessoal da GSK serão a comissão julgadora das fotos do concurso, vai ser demais ver as fotinhos dos seus campeões, participem muitoooooo! Pode marcar quantas fotos quiser!! Hehehe

Para maiores informações e ver o regulamento completo, acesse o site www.casadevacinasgsk.com.br/meufuturocampeao

E aí, bora participar? O difícil vai ser controlar o dedo com a quantidade de cliques lindos que nós, mães corujas, tiramos dos pequenos todos os dias, né? Hihihi

Bjs ;)


 

Concurso Meu Futuro Campeão. Concurso Meu Futuro Campeão. Participação válida da 0h do dia 21/03/16 até as 23h59min do dia 24/04/16 (horário oficial de Brasília), mediante a publicação no Instagram ou Twitter de uma fotografia de uma criança – com até 11 anos de idade – que retrate a temática “prática de esportes” utilizando a #MeuFuturoCampeão.

Para maiores informações, consulte o Regulamento no site casadevacinasgsk.com.br/meufuturocampeao.

CERTIFICADO DE AUTORIZAÇÃO CAIXA NO 3-0348/2016.


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Super poderes de mães

Ainda me lembro nitidamente da primeira vez que senti na pele a dor de ver um filho doente. O Pedro tinha cerca de 5 meses quando, de repente, apareceu uma febre daquelas altas!

Eu nem sabia direito o que era uma febre, não tinha a menor ideia de quando e quanto uma febre poderia ser perigosa ou indicar alguma coisa mais séria. Só sabia que, naquele momento, tudo o que eu queria era ter o super poder de tirar dele qualquer dor, doença ou mal estar, de fazer sumir com um beijo ou um sopro, de fazer ele ficar bem…

Mas a gente sabe que isso não existe, né?

Os super poderes de mães são, infelizmente, limitados – apesar de extraordinários. E toda mãe sabe que nossa melhor defesa é a informação e a prevenção!

Foi pensando nisso tudo que aceitei o convite da GSK para participar de um evento muito importante, que aconteceu aqui em São Paulo. O lançamento da campanha “Meu futuro campeão” é uma ação que convida mães, pais e sociedade para conversar sobre a meningite, uma doença séria, que pode matar ou causar sequelas irreversíveis, mas que tem como prevenir!

Para dar início à ação, conheci a história de cinco dos nossos campeões paralímpicos, todos acometidos pela doença ainda na infância e, hoje, guerreiros inspiradores de superação e força!

Paraolimpíadas 2016

Blogueiras e atletas paralímpicos, porta-vozes da causa!

Para explicar o que é a meningite, qual a sua gravidade e como prevenir, também esteve no evento a Dra. Isabela Ballalai, que é presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações – SBIM, e fez uma apresentação alarmante dos dados da doença no Brasil e no mundo.

A doença meningocócica é causada por uma bactéria, a N. meningitidis ou meningococo, e a primeira coisa muito importante a saber sobre ela é que existem 5 sorogrupos importantes no Brasil: s os A, B, C, W e Y e todos eles podem ainda ser classificados em sorosubtipos. Ou seja, o “inimigo” é quadrilha organizada!!

De rápida evolução, a doença meningocócia é difícil de diagnosticar e, sem o tratamento adequado, pode levar o paciente à morte em até 48h!
Os principais sintomas da doença são:

– febre alta
– dores de cabeça
– manchas vermelhas pelo corpo
– rigidez de nuca
– apatia

Com sintomas tão comuns à vários tipos de doenças e viroses, o diagnóstico torna-se difícil e a demora dele é uma das causas da letalidade da doença. Em menores de 12 meses, que são o grupo mais vulnerável, ainda há o agravante de que não dá para checar a rigidez da nuca!

Aqueles pacientes que conseguem sobreviver à doença, podem sofrer sequelas como: amputação de membros, cegueira, surdez, danos cerebrais e dificuldades de aprendizagem.

Eu não sei vocês, mas eu, como mãe, quando escuto tudo isso, penso em 2 coisas primordiais: 1 – como esta doença é transmitida? e 2 – como faz para se prevenir?

A Dra. Isabela explicou que, a doença meningocócica é transmitida por meio da saliva, tosse e espirro e, o mais alarmante, na minha opinião, é que os transmissores da doença podem ser pessoas que possuem a bactéria dentro de si e não adoecem. Assim, não sabem que a possuem e apenas a transmitem!

Além dos bebês, crianças até 4 anos, adolescentes e adultos jovens (de 9 a 25 anos) também são grupos de risco, tanto como vítimas quanto como potenciais transmissores da doença.

No Brasil, tivemos casos recentes de surtos da doença. Quem se lembra da corrida às clínicas e postos de saúde atrás da nova vacina de meningite, que aconteceu há poucos meses?

Pois é, a melhor maneira de prevenir a meningite é mantendo hábitos de higiene como lavar sempre as mãos, não compartilhar objetos pessoais como talheres, garrafas etc, e se vacinando!

Hoje em dia, já estão disponíveis no Brasil as vacinas dos sorogupos ABCWY , inclusive, a vacina contra a meningite B e seus mais de 1000 sorosubtipos, que é o tipo de meningite que mais faz adoecer crianças e jovens em todo o mundo!

Confesso que saí do evento pensando em checar as carteirinhas de vacinação das crianças e correr para o laboratório mais próximo! Apesar de Pedro e Cacá já estarem grandinhos (ele 8 anos e ela, 6 anos) e com suas carteirinhas em dia, também aprendi com a Dra. Isabella, que as vacinas precisam de reforços, mesmo nos mais velhos!

Outro dado que me chamou muita atenção neste dia é que, a meningite, por estar presente em todo o mundo, acomete muitos viajantes desavisados e desprevenidos! Nós somos uma família viajante, vocês sabem, e este alerta me fez ter a certeza de que, papai e mamãe, também precisam ser vacinados, afinal, todos nós estamos suscetíveis à doença, dentro ou fora do país!

E como é uma causa de importância mundial, ela conta com a fotógrafa Anne Geddes (aquela das fotos newborn mais lindas do mundo!) como embaixadora global.

A Anne, que também esteve no evento, nos apresentou os ensaios que fez com crianças e jovens de todo o mundo, sobreviventes da doença, para chamar atenção para a importância da prevenção.

Como ela mesma disse “as fotos não têm a intenção de chocar, elas têm a intenção de mostrar a superação, destas crianças e de suas famílias e também, têm a intenção de dizer ao mundo que nenhuma outra criança precisa passar por isso!”

Anne geddes

A fotógrafa Anne Geddes, embaixadora global da causa!

Anne geddes

Amber, precisou amputar partes dos 4 membros…

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As irmãs Sophie e Ellie, uma cuida da outra com tanto amor! Foi a imagem que mais me emocionou!

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Harvey, precisou amputar partes dos membros inferiores…

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Julio, nosso representante brasileiro na galeria emocionante da Anne! Segundo ela, quando perguntou a ele como gostaria de ser retratado, ele disse que queria ser O Pensador!

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Bernadette, uma princesa que precisou amputar partes dos membros inferiores…

Eu estou muito feliz e honrada de poder fazer parte desta causa, de ser uma das porta vozes e poder transmitir para todas vocês tudo o que eu for aprendendo sobre esta doença e como preveni-la.

Como eu disse lá em cima, seria muito bom se os nossos super poderes de mães incluíssem habilidades de cura mas, já que estes opcionais não vieram no pacote “maternidade,” o maior super poder que podemos usar para proteger os nossos filhos é a informação e a prevenção.

E aí, super mães, ativar? Bora proteger os nossos “futuros campeões”? #vençaameningite

Para saber mais sobre a meningite, acesse o site Casa de Vacinas da GSK

Bjs ;)

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